11 de dezembro de 2018, 21h37

Atirador de Campinas tinha “mania de perseguição”

De acordo com os primeiros levantamentos feitos pela Polícia Civil, Euler Fernando Gandolpho, que matou 4 pessoas em uma igreja antes de se suicidar, era solteiro e tinha "dificuldade de convivência social"

Reprodução

Investigadores da Polícia Civil informaram, na noite desta terça-feira (11), que o atirador que, no início da tarde, abriu fogo e matou 4 pessoas na Igreja Metropolitana de Campinas, tinha “mania de perseguição” e “dificuldade de convívio social”. As informações foram fornecidas por testemunhas.

Euler Fernando Gandolpho tinha 49 anos e, ainda de acordo com as investigações, morava em Valinhos com os pais. Ele não tinha antecedentes criminais e chegou a trabalhar no Ministério Publico de Barueri. Atualmente estava desempregado.

O ataque aconteceu logo após o término de uma missa, quando a maioria dos fiéis já havia deixado a igreja. O atirador estava na parte interna quando sacou a arma. Policiais militares que faziam uma ronda próximo ao local ouviram os disparos e interviram, alvejando Euler com um tiro antes que ele se suicidasse com a própria arma.

Além das 4 vítimas fatais, outras 4 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas. Três delas, de acordo com informações das autoridades locais, apresentam estado de saúde estável e não correm risco de morrer. Uma das vítimas deve passar por cirurgia.