21 de dezembro de 2018, 15h10

Atirador planejou ação e treinou em casa antes de matar cinco pessoas na Catedral de Campinas

Os investigadores descobriram ainda que ele tinha a pistola usada no crime há pelo menos dois anos, e há fotos dele "treinando" com a arma.

Divulgação/Polícia Civil
Euler Fernando Grandolpho, o atirador que matou 5 pessoas em um atentado na Catedral de Campinas, interior de São Paulo, planejou a ação, já prevista desde 2008, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (21) pela Polícia Civil. Blog do Rovai: Euler, o matador de Campinas, é o típico cidadão de bem Os investigadores descobriram ainda que ele tinha a pistola usada no crime há pelo menos dois anos, e há fotos dele “treinando” com a arma. No trecho revelado pela Polícia Civil nesta sexta, Euler escreve, no dia 10 de setembro de 2016, que a chacina estava programada desde 2008. “A chacina...

Euler Fernando Grandolpho, o atirador que matou 5 pessoas em um atentado na Catedral de Campinas, interior de São Paulo, planejou a ação, já prevista desde 2008, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (21) pela Polícia Civil.

Blog do Rovai: Euler, o matador de Campinas, é o típico cidadão de bem

Os investigadores descobriram ainda que ele tinha a pistola usada no crime há pelo menos dois anos, e há fotos dele “treinando” com a arma.

No trecho revelado pela Polícia Civil nesta sexta, Euler escreve, no dia 10 de setembro de 2016, que a chacina estava programada desde 2008. “A chacina está programada desde fim de 2008 quando tinha (eu) mais consciência dos valores e me perguntava: “o que estas aberrações estão fazendo?”

De acordo com o delegado José Henrique Ventura, diretor do Deinter-2, a Polícia Civil entende que a motivação do crime está clara: o atirador queria “chamar atenção do estado para as perseguições que, na cabeça dele, ele sofria”.

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