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19 de março de 2019, 15h08

Atiradores de Suzano planejavam matança de namorados de alunas e estupro coletivo

“A gente ia deixar as garotas nuas, executar algumas no meio do pátio, deixar o corpo de uma forma humilhante, e fazer coisas a mais, para o crime ficar inesquecível”, relatou o jovem apreendido em conversa com os outros dois assassinos

O terceiro envolvido no massacre de Suzano, entre Luiz Henrique e Guilherme (Montagem)
Reportagem de Otávio Augusto, no site Metrópoles nesta terça-feira (19), revela que no relatório que resultou na prisão do terceiro envolvido no massacre ocorrido na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, cita troca de mensagens entre o rapaz, que foi para a Fundação Casa, e os outros dois envolvidos, Guilherme Taucci, considerado o mentor do atentado, e, Luiz Henrique de Castro, que se mataram durante a ação. Nas conversas entre os três, o jovem diz: “Eu e o Taucci iríamos um pra cada lado com facas. Eu ia executar os namorados primeiro (os que ficam mais escondidos), e ele, o...

Reportagem de Otávio Augusto, no site Metrópoles nesta terça-feira (19), revela que no relatório que resultou na prisão do terceiro envolvido no massacre ocorrido na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, cita troca de mensagens entre o rapaz, que foi para a Fundação Casa, e os outros dois envolvidos, Guilherme Taucci, considerado o mentor do atentado, e, Luiz Henrique de Castro, que se mataram durante a ação.

Nas conversas entre os três, o jovem diz: “Eu e o Taucci iríamos um pra cada lado com facas. Eu ia executar os namorados primeiro (os que ficam mais escondidos), e ele, o povão lá do meio do pátio”, antes de detalhar passos para um estupro coletivo.

“A gente ia deixar as garotas nuas, executar algumas no meio do pátio, deixar o corpo de uma forma humilhante, e fazer coisas a mais, para o crime ficar inesquecível”, descreveu.

Indagado por um interlocutor de que os fatos ganhariam repercussão, principalmente se ocorresse estupro, ele respondeu que “era a intenção”. “Nos baseamos em alguns jogos para pensar nisso, tipo matar uma galera na frente de uma mina (sic), e esfaquear quem ela gosta e deixar uma amiga de refém”.

Segundo a polícia, no dia do ataque, o atirador Guilherme Taucci, de 17 anos, teria reconhecido a irmã do adolescente, apreendido nesta terça-feira (19/3), nos corredores do Raul Brasil e a poupou de uma agressão, deixando-a sair ilesa.

Nesta terça-feira, o menor foi ouvido em audiência de apresentação, no Fórum de Suzano. A juíza Erica Marcelino Cruz manteve a decisão de deixar o adolescente internado por 45 dias em uma unidade da Fundação Casa.

Leia a reportagem completa no Metrópoles.

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