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14 de outubro de 2018, 08h44

Ato contra a extrema-direita na Alemanha pede para Brasil barrar Bolsonaro: “Não use seu voto para matar direitos”

Ministro alemão de Relações Exteriores, Heiko Maas disse que "não nos deixaremos dividir, muito menos pelos populistas de direita".

Reprodução/Twitter
Mais de 200 mil pessoas foram às ruas de Berlim, na Alemanha, neste sábado (13) para protestar contra o racismo, a intolerância e a ascensão da extrema-direita. Durante o ato, vários manifestantes lembraram a situação política no Brasil e levaram cartazes contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). “Não use seu voto para matar direitos”, dizia uma placa em inglês, acompanhada da hashtag #Elenão. Meu povo em Berlim! #EleNao #EleNunca #unteilbar pic.twitter.com/XcLDgthJ6y — The Happy Jetlagger (@happyjetlagger) 13 de outubro de 2018 O ato foi convocado pela aliança Unteilbar (indivisível, em alemão), sob o lema “Por uma sociedade aberta e livre:...

Mais de 200 mil pessoas foram às ruas de Berlim, na Alemanha, neste sábado (13) para protestar contra o racismo, a intolerância e a ascensão da extrema-direita. Durante o ato, vários manifestantes lembraram a situação política no Brasil e levaram cartazes contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). “Não use seu voto para matar direitos”, dizia uma placa em inglês, acompanhada da hashtag #Elenão.


O ato foi convocado pela aliança Unteilbar (indivisível, em alemão), sob o lema “Por uma sociedade aberta e livre: solidariedade em vez de exclusão”. Também foi realizado um ato de capoeiristas em homenagem ao mestre Moa do Katendê, assassinado na segunda-feira (8) em Salvador, por um apoiador de Bolsonaro.

O ministro alemão de Relações Exteriores, o social-democrata Heiko Maas, classificou o protesto como uma mensagem extraordinária que mostra que a sociedade é indivisível. “Não nos deixaremos dividir, muito menos pelos populistas de direita”, disse o político, em entrevista à mídia alemã.

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