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10 de março de 2019, 11h55

Ator Frédéric Pagès se autoproclama presidente da França e reconhece Zé de Abreu: “representante legítimo do Brasil”

Admirador da cultura brasileira, Fréderic Pagès publicou uma foto com a faixa presidencial francesa para internacionalizar a paródia feita por Zé de Abreu sobre o apoio de Jair Bolsonaro (PSL) ao "autoproclamado" presidente da Venezuela, o líder oposicionista Juan Guaidó

Zé de Abreu e Frédéric Pagès, autoproclamados presidentes do Brasil e da França (Reprodução)
Ator, cantor e jornalista, Frédéric Pagès se autoproclamou presidente da França neste domingo (10) e, em seu primeiro ato, reconheceu o “presidente” Zé de Abreu como “único representante legítimo do Brasil”. Leia também: Após ameaça de Bolsonaro, Alexandre Frota diz que vai processar Zé de Abreu por “crimes no aeroporto” Admirador da cultura brasileira, Fréderic Pagès publicou uma foto com a faixa presidencial francesa para internacionalizar a paródia feita por Zé de Abreu sobre o apoio de Jair Bolsonaro (PSL) ao “autoproclamado” presidente da Venezuela, o líder oposicionista Juan Guaidó. No seu programa de governo, o ator francês privilegia a classe...

Ator, cantor e jornalista, Frédéric Pagès se autoproclamou presidente da França neste domingo (10) e, em seu primeiro ato, reconheceu o “presidente” Zé de Abreu como “único representante legítimo do Brasil”.

Leia também: Após ameaça de Bolsonaro, Alexandre Frota diz que vai processar Zé de Abreu por “crimes no aeroporto”

Admirador da cultura brasileira, Fréderic Pagès publicou uma foto com a faixa presidencial francesa para internacionalizar a paródia feita por Zé de Abreu sobre o apoio de Jair Bolsonaro (PSL) ao “autoproclamado” presidente da Venezuela, o líder oposicionista Juan Guaidó.

No seu programa de governo, o ator francês privilegia a classe artística com o incentivo para a produção de novas músicas e poemas, além de pregar uma vida com mais brincadeiras. “Quem me apoiaria nesta ambiciosa proposta de reconstrução do nosso convívio?”, publicou.

Pagès esteve no Brasil em 2012 para comandar uma oficina de criação cultural de rap em Diadema, na grande São Paulo. “Eu já fazia isso na periferia francesa, e, em novembro de 2009, tivemos dois dias de oficina aqui com muito sucesso. Depois, decidimos estender o trabalho para algo mais longo e com um viés que pudesse ajudar os jovens em suas carreiras de músicos”, declarou, em entrevista ao jornal O Globo na época.

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