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13 de julho de 2016, 11h02

Áudio mostra pedido de propina para barrar delação contra Lúcio Funaro

Preso pela Operação Sépsis desde 1º de julho, Funaro é acusado de ser o operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em um esquema de corrupção na Caixa Econômica.

Preso pela Operação Sépsis desde 1º de julho, Funaro é acusado de ser o operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em um esquema de corrupção na Caixa Econômica Por Redação Um áudio anexado ao processo da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal) mostra que o ex-sócio e assessor de Lúcio Bolonha Funaro, André Margotto, pediu R$ 100 mil para não depor contra ele. Preso pela Operação Sépsis desde 1º de julho, Funaro é acusado de ser o operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em um esquema de corrupção na Caixa Econômica. “Eu quero estar  do...

Preso pela Operação Sépsis desde 1º de julho, Funaro é acusado de ser o operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em um esquema de corrupção na Caixa Econômica

Por Redação

Um áudio anexado ao processo da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal) mostra que o ex-sócio e assessor de Lúcio Bolonha Funaro, André Margotto, pediu R$ 100 mil para não depor contra ele.

Preso pela Operação Sépsis desde 1º de julho, Funaro é acusado de ser o operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em um esquema de corrupção na Caixa Econômica.

“Eu quero estar  do lado do Lúcio e que ele não me desampare financeiramente nem juridicamente. Mas eu quero cem pau agora, R$ 100 mil”, diz um trecho da conversa obtida pela Folha de S. Paulo.

Os advogados que assessoram Alexandre Margotto afirmaram que o áudio seria um blefe para forçar Funaro a pagar uma suposta dívida que teria com ele, de cerca de R$ 12 milhões, sendo esses R$ 100 mil uma parcela emergencial.

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A defesa de Funaro disse que o cliente não tem envolvimento com o esquema de propinas da Caixa. Eduardo Cunha também negou qualquer participação.

Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados

 

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