#Wilson Ferreira

04 de novembro de 2018, 13h32

Retrofascismo: na Guerra Híbrida o fascismo retorna como farsa

Em novo artigo Wilson Ferreira explica Fascismo histórico e Retrofascismo, leia


26 de outubro de 2018, 15h45

“Esquerda precisa de um novo Goebbels?”, indaga Cinegnose na CEE-Fiocruz no Rio

Enquanto a esquerda mal compreendeu o funcionamento das mídias de massa no século XX, nesse século a direita dá um segundo salto tecnológico com a guerra semiótica no campo das tecnologias de convergência – Internet e redes sociais.


23 de outubro de 2018, 15h39

“ZapGate” é o último ato da guerra híbrida

Cinicamente a Globo chama de “guerra virtual” para encobrir o caráter assimétrico da batalha do disparo de milhões de notícias falsas com apoio empresarial pela campanha de Jair Bolsonaro - o "ZapGate"


10 de outubro de 2018, 18h49

Bolsonaro é um avatar. Como enfrentá-lo?

A Nova Direita tem o mesmo elemento de estetização da política criada pelo fascismo histórico: a narrativa ficcional cômica – de programas de humor da TV, Bolsonaro despontou como um “mito” de quem ria-se e não se levava a sério. Por isso, circulou livremente. Hoje, é o protagonista do “gran finale” da guerra híbrida. Como enfrentar um avatar?


25 de setembro de 2018, 22h27

Bolsonaro X Haddad no segundo turno? Guerra híbrida continua vencendo

Para além do impeachment e a prisão de Lula, há um objetivo semiótico mais insidioso: polarização (petismo X anti-petismo) e despolitização - infantilização do debate político através do ódio e irracionalidade de uma opinião pública que se acostumou a odiar a Política. E nesse momento, a grande mídia busca mais uma “bala de prata” para turbinar a polarização


18 de setembro de 2018, 20h17

Por que teledramaturgia da Globo está assombrada com o Tempo e a História?

Sabe-se que em ano eleitoral o laboratório de feitiçarias semióticas da emissora funciona em tempo integral. O que essa recorrência pode significar dentro desse contexto? Nova bomba semiótica? Ou o sintoma do temor de uma emissora hegemônica que sabe da importância do atual cenário eleitoral?


10 de setembro de 2018, 16h40

Atentado a Bolsonaro foi um tombo para cima?

De uma reunião sigilosa de Bolsonaro com o Grupo Globo no início da semana à euforia dos 1.000 pontos do mercado financeiro ao saber da facada no candidato terminando com uma cobertura emotiva e apelativa no Jornal Nacional com vídeo exclusivo de Bolsonaro falando de Deus, da maldade humana e descrevendo o atacante como um “lobo solitário”, fecha-se o roteiro típico de um filme ou HQ: Bolsonaro foi promovido a “Mito Plano B” do consórcio jurídico-midiático – um final feliz com um tombo para cima?


04 de setembro de 2018, 16h35

Tautismo Global, sincronismos e ironias no incêndio do Museu Nacional

No Manifesto Futurista, Marinetti falava em “destruir museus” para libertar as consciências dos “inúmeros cemitérios”, e nos prepararmos para o futuro. Em visita ao Rio em 1926, Marinetti repetiu tudo isso e viu no Brasil um país futurista porque não teria “nostalgia das suas tradições”... Claro, Marinetti era um iconoclasta. Mas o Brasil é mais realista que o rei. Leva ao pé-da-letra coisas como “austeridade fiscal” (cuja realização máxima foi, até aqui, a “PEC da Morte”) que até o próprio FMI criticou em 2016. O incêndio do Museu Nacional foi um acontecimento irônico e sincrônico, na cidade em que Marinetti via a “realização acidental” do futurismo: resultado do neoliberalismo levado à sério num momento em que o fascismo se aproxima no segundo turno das eleições


31 de agosto de 2018, 16h41

A nova bomba do laboratório de feitiçarias semióticas da Globo: “1+1=3”

O leitor deve conhecer ou ter ouvido falar daquela velha cartilha escolar de alfabetização de priscas eras chamada “Caminho Suave”, o be-a-bá do mundo das letras. Pois é nesse nível que interesseiramente se situam as chamadas “ferramentas de fact-checking”. Tática diversionista para desviar a atenção da opinião pública de uma outra cena na qual as notícias de fato funcionam: não no campo da representação (verdade ou mentira), mas no deslizamento metonímico das edições, escaladas, justaposição narrativa para criar percepções, impressões e relações de causa e efeito


23 de agosto de 2018, 16h02

Se a Globo fosse uma pessoa, como ela seria?

Como seria a Organização Globo, principalmente após a decisão da Comissão de Direitos Humanos da ONU para que Lula possa exercer seus direitos políticos enquanto estiver na prisão? Entre simplesmente ignorar a notícia e, depois, rebaixá-la a “fake news", se a Globo fosse uma pessoa, estaria com sérios sintomas de esquizofrenia midiática e formações reativas psíquicas que vão de “negação” a “transbordamento”


14 de agosto de 2018, 15h03

Série “Filhos do Caos”: a combinação totalitária tecnologia, meritocracia e educação

Muitos consideram a série taiwanesa “Filhos do Caos” (“On Children”, 2018-), disponível no Netflix, como o “Black Mirror” oriental: nos cinco episódios estão modernas tecnologias (de uma espécie de controle remoto tempo-espaçial a neuro-dispositivos) que criam mundos distópicos. Porém, todo o controle, disciplina e opressão recaem sobre adolescentes


07 de agosto de 2018, 18h34

“As Boas Maneiras”: um lobisomem brasileiro em São Paulo num país dividido

"As Boas Maneiras” reflete o imobilismo e desencanto de uma sociedade dividida: o Mal que surge das entranhas da elite do bairro do Brooklin para invandir a periferia pobre do Capão Redondo – um lobisomem brasileiro em São Paulo.


01 de agosto de 2018, 15h31

Como ler as intenções de um produto Disney com “Os Incríveis 2”

Em 2001 Karl Rove, Vice-Chefe da Casa Civil do presidente Bush, reuniu os chefões de Hollywood em Beverly Hills. Num esforço de propaganda, Rove exigiu da indústria do cinema mais filmes sobre família, heróis e ameaças externas. Foi o ponto de partida da onda de filmes de super-heróis com franquias da Marvel e DC Comics. E a animação da Disney “Os Incríveis” em 2004 fez parte dessa agenda


27 de julho de 2018, 14h13

Assassinato da estudante brasileira na Nicarágua revela timing da guerra híbrida

O assassinato da estudante brasileira de medicina na Nicarágua, em meio à violência nas manifestações contra o governo Daniel Ortega, é mais uma evidência de que a crise naquele país segue o roteiro já visto das guerras híbridas no Brasil e no mundo. Timing perfeito.


23 de julho de 2018, 18h18

Pós-verdade e Fake News são notícias falsas para colocar jornalistas hipsters “na linha”

Por que esse repentino esforço profissional-acadêmico para dar um ar de novidade a um fenômeno tão velho quanto a própria história do Jornalismo?