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20 de abril de 2019, 13h23

Banda russa “Pussy Riot” recebe Monica Benicio em show e pergunta “Quem matou Marielle?”

Líder do grupo, que se apresentou no festival Abril Pro Rock, em Recife, ganhou uma camiseta de presente da viúva de Marielle Franco

Monica Benicio (à esquerda) entrega camiseta a Nadya Tolokonnikova, líder da banda “Pussy Riot” - Foto: Pei Fon/Divulgação
Monica Benicio, viúva de Marielle Franco e ativista pelos direitos humanos, foi a convidada da banda russa “Pussy Riot”, durante apresentação no festival Abril Pro Rock, nesta sexta-feira (19), em Recife (PE). Monica, que é colunista da Fórum, subiu ao palco e entregou a Nadya Tolokonnikova, líder do grupo, uma camiseta escrita: “Who killed Marielle?” (Quem matou Marielle?). Na metade do show, Nadya abriu o microfone para Monica falar: “Eles combinaram de nos matar. Mas nós combinamos de não morrer. Marielle, justiça!”, destacou Monica, acompanhada pelo público. Temas políticos Os shows da “Pussy Riot” usam sempre como pano de fundo...

Monica Benicio, viúva de Marielle Franco e ativista pelos direitos humanos, foi a convidada da banda russa “Pussy Riot”, durante apresentação no festival Abril Pro Rock, nesta sexta-feira (19), em Recife (PE).

Monica, que é colunista da Fórum, subiu ao palco e entregou a Nadya Tolokonnikova, líder do grupo, uma camiseta escrita: “Who killed Marielle?” (Quem matou Marielle?).

Na metade do show, Nadya abriu o microfone para Monica falar: “Eles combinaram de nos matar. Mas nós combinamos de não morrer. Marielle, justiça!”, destacou Monica, acompanhada pelo público.

Temas políticos

Os shows da “Pussy Riot” usam sempre como pano de fundo temas políticos e de protestos. Entre as canções do repertório da banda estão “Make America Great Again”, “Police State”, “Organs”, “Go Vomit”, “Bad Girls” e “White House”.

O coletivo feminista “Pussy Riot” foi formado em 2011 e é um dos principais símbolos de defesa da liberdade de expressão da Rússia. Algumas das integrantes já foram presas por realizarem protestos.

Veja também:  Acusado de matar Marielle, vizinho de Bolsonaro tinha facilidades para importar armas como "colecionador e atirador"

Com informações da coluna de Amon Borges, da Folha de S.Paulo

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