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10 de novembro de 2018, 09h49

Barroso intima gigantes da internet sobre fake news de Bolsonaro contra o PT

Barroso é relator no TSE da prestação de contas parcial da campanha de Bolsonaro

Foto: Nelson Jr./SCO/STF
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, determinou nessa quinta-feira (8) que WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondam, em um prazo de três dias, se houve contratação de impulsionamento de conteúdo contra a campanha de Fernando Haddad (PT) e a favor do presidente eleito Jair Bolsonaro durante as eleições. Barroso, que é relator no Tribunal Superior Eleitoral da prestação de contas parcial da campanha de Bolsonaro, atendeu a um pedido da área técnica do TSE, que analisa as contas de campanha apresentadas por Bolsonaro. As notificações foram emitidas nesta sexta (9). “As eleições 2018 são o primeiro pleito...

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, determinou nessa quinta-feira (8) que WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondam, em um prazo de três dias, se houve contratação de impulsionamento de conteúdo contra a campanha de Fernando Haddad (PT) e a favor do presidente eleito Jair Bolsonaro durante as eleições.

Barroso, que é relator no Tribunal Superior Eleitoral da prestação de contas parcial da campanha de Bolsonaro, atendeu a um pedido da área técnica do TSE, que analisa as contas de campanha apresentadas por Bolsonaro. As notificações foram emitidas nesta sexta (9).

“As eleições 2018 são o primeiro pleito em que foi autorizada a contratação de impulsionamento de conteúdos na internet. […] O impulsionamento de conteúdos é considerado gasto eleitoral, sujeito a registro e aos limites fixados na lei”, escreveu Barroso em sua decisão.

“Determino, assim, a expedição de circularização [termo técnico de requisição de documentos e informações para comprovar a veracidade da prestação de contas] para as empresas Google, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp com o objetivo de identificar a contratação de impulsionamento de conteúdos na rede mundial de computadores em favor do candidato eleito à Presidência da República, senhor Jair Messias Bolsonaro, com o detalhamento individual de cada uma das operações”, escreveu o ministro.

Veja também:  "Responsabilizar indivíduos por fake news não fere liberdade de expressão", diz Manuela D'Ávila

Com informações da Folha

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