16 de fevereiro de 2019, 09h10

Bebianno publica texto no Instagram em tom de ameaça e insinua que Bolsonaro é desleal

Mensagem termina com trecho o desleal, coitado, vivera sempre esperando o mundo “desabar na sua cabeça”

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Prestes a deixar o governo, em mais uma crise política, Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, resolveu desabafar. Na madrugada deste sábado (16), ele usou seu Instagram para mandar um recado em tom de ameaça: “O desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”.  Apesar de não citar o nome de Jair Bolsonaro, Bebianno insinua que o presidente foi desleal. O texto, atribuído ao escritor Edgard Abbehusenm diz, ainda: “Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade”, de acordo com informações de Jussara Soares, de O Globo. Foto: Reprodução Reviravoltas...

Prestes a deixar o governo, em mais uma crise política, Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, resolveu desabafar. Na madrugada deste sábado (16), ele usou seu Instagram para mandar um recado em tom de ameaça:

“O desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”.  Apesar de não citar o nome de Jair Bolsonaro, Bebianno insinua que o presidente foi desleal.

O texto, atribuído ao escritor Edgard Abbehusenm diz, ainda: “Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade”, de acordo com informações de Jussara Soares, de O Globo.

Foto: Reprodução

Reviravoltas

Após uma semana repleta de reviravoltas, em que tentou articular sua manutenção no cargo, Bebianno recusou o convite para ocupar a diretoria de uma estatal e deve mesmo deixar o governo na segunda-feira (18), em uma clara demonstração de “ingratidão”, segundo ele.

“A lealdade constrói pontes indestrutíveis nas relações humanas. E repare: quando perdemos por ser leal, mantemos viva nossa honra”, diz um dos trechos do texto.

Nossa sucursal em Brasília já está em ação. A Fórum é o primeiro veículo a contratar jornalistas a partir de financiamento coletivo. E para continuar o trabalho precisamos do seu apoio. Saiba mais.