Renato Rovai

Blog do Rovai

Coluna política

03 de outubro de 2018, 09h40

Bolsonaro para de crescer em tracking do PT

Parece que a onda de crescimento de Bolsonaro perde folego, Haddad recupera e movimentos ocorrem, principalmente no Sul e nas faixas de renda de 2 a 5 salários mínimos em favor de Alckmin

(Foto: Reprodução)

O blogue acabou de receber o relatório de um dos trackings que o PT faz em todo país.

A boa notícia é que o crescimento de Bolsonaro teria sido interrompido.

Leia e tire suas conclusões:

 

Proporções paradas: (29, 29) para Bolso e (25, 25) para Haddad. Ciro move de 8 para 7.

Entre os evangélicos, o Bolso sobe um pouco (37, 38) e Haddad desce (19, 18). Movimento interessante ocorre entre os eleitores que não são anti, nem pró petistas, os neutros: Bolso cai três pontos ( 27, 24) e Haddad sobe um (15, 16). Neste segmento Ciro perde um ponto (9, 8).

Regionalmente: no Nordeste, Haddad e Bolso continuam estáveis (45 a 16) e Ciro perde um ponto de 14 para 13. No Sudeste, a queda de Ciro é um pouco maior (6 para 4) e Haddad e Bolso estabilizados em 16 H X 31 B. No Sul houve uma melhoria de Haddad que sobe de 15 para 18 e Bolso fica parado nos seus 38%. No Sul ocorreu uma tendência de aumento do voto no Alckmin (3, 5 e 9).

Nos eleitores até 2SM Bolso está parando em 19 e Haddad move de 32, para 33, enquanto nos de 2 a 5SM, Bolso (32, 34, 35) sobe e Haddad cai (22, 21, 20), aparecendo aí também o fenômeno de crescimento do Alckmin (5, 6, 8).

Parece que a onda de crescimento de Bolso perde folego, Haddad recupera e movimentos ocorrem, principalmente no Sul e nas faixas de renda de 2 a 5 SM em favor de Alckmin. Os esforços de intensificar a campanha entre os mais pobres devem continuar e a intensificação da campanha no Sudeste e Sul podem dar bons resultados. Especial atenção deve ser dada ao segmento do evangélicos.