Renato Rovai

Blog do Rovai

Coluna política

#Renato Rovai


17 de dezembro de 2018, 12h43

Queiroz é o Paulo Preto dos Bolsonaro

O esquema de Bolsonaro com o Queiroz já está mais do claro. Como também o do PSDB com o Paulo Preto. Mas não se anime. Tudo indica que como da outra vez, as provas não são suficientes para que o caso não dê em nada



14 de dezembro de 2018, 08h09

O silêncio de Ciro Gomes pode levá-lo a se tornar Marina

Marina, em agosto de 2014, era tida por muitos como virtualmente eleita. Como se sabe, Marina acabou ficando em terceiro lugar, deixou que Aécio lhe beijasse a mão e o apoiou de corpo, alma e cabelos soltos no 2º turno, selando ali o seu destino rumo ao 1% de 2018.



13 de dezembro de 2018, 08h43

Sinais são de que Bolsonaro terá o mesmo fim de Colllor e Jânio Quadros

Bolsonaro, o jacaré banguela, pode estar prestes a se tornar bolsa. Nunca antes da posse um governo em primeira eleição esteve tão desgastado. Dilma e FHC viveram algo semelhante, mas nas suas reeleições.



12 de dezembro de 2018, 07h59

Euler, o matador de Campinas, é o típico cidadão de bem

Provavelmente Euler era um cidadão de bem atormentado, doente. Aliás, como muitos desses cidadãos de bem que ficam fazendo arminhas com os dedos das patas superiores.


11 de dezembro de 2018, 13h46

Fórum Onze e Meia | Rovai descasca a operação laranja da corrupção do Bolsonaro

No Fórum Onze e Meia de hoje o blogue descasca a operação laranja da corrupção do Bolsonaro. Um esquema simples e adotado por parlamentares no Brasil inteiro. De câmara de vereadores, passando por assembléias e que, como se vê neste caso, também é adotada por muitos deputados federais. Com as matérias de hoje da Folha […]


09 de dezembro de 2018, 21h29

Bolsonaro já é um jacaré sem dentes

Bolsonaro já teve que disfarçar antes mesmo de tomar posse. Se tornou uma bolsa de jacaré. Alguém sem força pra ditar regras.


08 de dezembro de 2018, 13h58

Haddad venceria eleição se dados do Coaf vazassem quando Bolsonaro ficou sabendo deles

Agora, seu governo já começa manco, porque foi atingido no coração do seu sistema, o discurso do combate à corrupção


07 de dezembro de 2018, 10h04

O Brasil chega a 2019 entre 64 e 68

A cada dia que passa fica mais claro que o impeachment de Dilma foi, com todas as relativizações possíveis, 1961. Que a eleição de Bolsonaro foi 1964. E que o projeto dos militares que assumem o poder em 1 de janeiro é o de nos levar em uns dois anos a 1968, criando um novo AI-5.