Milos Morpha

por Cesar Castanha

05 de julho de 2017, 14h48

A maravilha do feminismo imperialista, por Susan Abulhawa

A maravilha do feminismo imperialista Ou como a Mulher Maravilha virou de heroína à apoiadora de crimes de guerra. Por Susan Abulhawa *Susan Abulhawa é uma escritora palestina. Autora do livro best-seller internacional “Morning in Jenin” (Bloomsbury, 2010). Ela também é a fundadora do Playgrouds for Palestine, uma ONG para crianças. Texto publicado originalmente em […]


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09 de maio de 2017, 11h54

“Corra!”: uma experiência de horror

por Cesar Castanha Na primeira cena de Corra!, um jovem homem negro (Lakeith Stanfield) caminha à noite pelas ruas de um subúrbio de classe média. Ele brinca com um amigo ao telefone, ironizando aquele espaço. Um carro para ao seu lado, e o rapaz, incomodado e com medo, dá meia volta, mas não escapa de […]


07 de março de 2017, 11h50

Os Flintstones da Era Trump

por Cesar Castanha A série animada Os Flintstones pode ser vista como um produto de entretenimento americano bem típico da cultura da Guerra Fria, e da narrativa que o país então construía sobre si mesmo. A família, a cultura e a ideologia americanas edificadas, expostas como atemporais, como a sociedade ideal que a América sempre […]


31 de janeiro de 2017, 19h55

Apanhado do Cinema 2016

por Cesar Castanha Mais uma vez, listo meus filmes preferidos do ano que passou e tento justificar um pouco algumas das preferências. E como sempre, seguindo os links, você pode encontrar textos mais completos sobre cada filme. O ano passado foi muito duro, e acredito que o cinema refletiu um pouco essa dureza. Nocturama talvez […]


21 de dezembro de 2016, 12h22

Gilmore Girls, em busca da comunidade ideal

por Cesar Castanha “A retirada para uma religião recém-descoberta ou para uma tradição comum reinventada não era uma resposta para o desafio da modernidade, mas uma fuga dele”, Svetlana Boym em O Futuro da Nostalgia “Então você pode entender? Quero uma filha enquanto ainda sou jovem, quero segurar sua mão e mostrá-la alguma beleza antes […]


19 de dezembro de 2016, 13h45

Uma mulher dividida em duas: Elle, por Cecília Shamá

“Quando minha filha crescer eu torço para que ela seja uma tola – essa é a melhor coisa que uma garota pode ser nesse mundo, uma linda coisinha tola” – Daisy, O Grande Gatsby Quando Daisy diz essa sentença para Gatsby acerca do que espera para sua filha, e repentinamente muda do profundo vazio existencial […]


04 de novembro de 2016, 17h58

A morte de um rei em “A Morte de Luís XIV”

Luís XIV, o Rei Sol, principal referência do absolutismo na França, jaz com os olhos escurecidos e tez pálida em uma cama de lençóis e cortinas vermelhos enquanto vultos negros circulam ao seu redor. Este momento, um dos últimos das quase duas horas de duração de A Morte de Luís XIV (dir. Albert Serra), é […]


02 de novembro de 2016, 18h11

Sensibilidade e consumo em “Diamond Island”

Em meio às ocupações por estudantes em escolas e universidades, o IX Janela Internacional de Cinema do Recife tem trazido bons filmes para a discussão sobre espaço, territorialidades e ocupações, como já mencionei em dois outros textos publicados sobre esta edição do festival. A produção franco-cambojana Diamond Island (dir. Davy Chou), que integra a mostra […]


01 de novembro de 2016, 13h30

Nosso lugar em “Martírio”

A força de um filme como Martírio (dir. Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tita, 2016) — exibido no XI Janela Internacional de Cinema do Recife — é sugerida pelo impacto de suas sessões, mas, como em todo filme, não pode ser tão de imediato calculada. Se me for permitido um palpite, no entanto, diria que Martírio […]


21 de outubro de 2016, 13h44

Cinema Novo: o filme e o movimento

Texto realizado como parte da oficina de crítica Talent Press, realizada pelo instituto Goethe no Festival do Rio 2016 Em algum momento de Cinema Novo (dir. Eryk Rocha, 2016), Joaquim Pedro de Andrade comenta sobre o filme O Padre a Moça (dir. Andrade, 1965), falando brevemente de suas questões formais (o pouco movimento e o […]


24 de agosto de 2016, 15h26

Trump, Temer e Homer: a sátira como profecia, por Cecília Shamá

Em 2000, no episódio “Bart to the Future”, os Simpsons elegeram Donald Trump como presidente dos EUA. Toda a trama do episódio gira em torno do teor ridículo da manipulação à população quando esta é colocada para escolher seu governante. O desenho colocava a má gestão de Trump como resultado catastrófico das eleições norte-americanas e, […]


05 de agosto de 2016, 17h58

Stranger Things: uma carta de amor aos anos 1980, por Cecília Shamá

Talvez não haja uma definição do que é um bom amigo ou um amigo ruim; talvez existam apenas amigos, pessoas que ficam do seu lado quando você está magoado e ferido demais para se recompor sem ajuda. Aqueles pelos quais tememos que se machuquem, que se magoem, aqueles dos quais torcemos por. Nada de rótulos […]