Segunda Tela

02 de maio de 2016, 20h46

Bloqueio do Whatsapp é ‘coisa do Lula’ e ‘Telegran’ pertence ao filho dele, diz corrente de internet

“Em primeiro lugar, Telegram se escreve com ‘m'”, escreveu o ex-presidente Lula em seu Facebook ao ironizar a falsa informação que atribui ao seu filho, além da ‘Friboi’ e da ‘Oi’, mais uma empresa

Por Redação

Os opositores do PT e, em especial, do ex-presidente Lula, atribuíram ao longo dos últimos anos uma série de empresas que pertenceriam ao filho do petista. De dono da ‘Friboi’ a sócio da ‘Oi’, Lulinha seria agora, também, dono do aplicativo de mensagens instantâneas Telegram. Ao menos é o que diz uma corrente de internet que começou a circular nesta segunda-feira (2).

“O dono do aplicativo TELEGRAN é o mesmo da Oi Telemóvel, filho do ex-presidente Lula”, diz a mensagem, que afirma ainda que a determinação da Justiça de bloquear o Whatsapp seria ‘coisa do Lula’.

Pela sua página no Facebook, Lula ironizou.

“Em primeiro lugar, Telegram se escreve com “m”. E a história de que o aplicativo seria de um dos filhos de Lula não é verdade. Infelizmente. Aproveitamos para informar também que o WhatsApp, apesar de constantemente bloqueado pela justiça brasileira, não é filiado ao PT”, escreveu o ex-presidente.

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