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23 de janeiro de 2014, 14h42

Mainardi não lê nem o jornal da empresa em que trabalha

Na entrevista onde foi trucidado não com o blá-blá-blá calunioso que sempre usa contra todos que cheirem algo progressista, mas com dados e dados do Capital, Mainardi disse a Luiza Trajano: 

“Os juros estão subindo, o crédito diminui, a inadimplência aumentou, a inflação aumenta. A pergunta é quando você vai vender as suas lojas para a Amazon .Eu não vejo caminho para o varejista brasileiro. Vai haver crise. Se não existe ainda, haverá.” Disse o urubu Diego Mainardi que torce com todas as suas forças pra o país entrar numa crise econômica. 

Mas bastava que ele lesse o jornal publicado pela corporação onde trabalha que evitaria pagar o mico da semana.

Manhattan Desconnection:  a tradução de Vitor Teixeira depois da surra que Luiza Trajano deu em Mainardi e do beijinho no ombro que o presidente da Riachuelo deu no restante dos ‘colunistas’ urubus

Inadimplência acumulada no ano tem 1ª queda desde 2000, diz Serasa

Recuo foi de 2% em 2013; no ano anterior, índice havia subido 15%.
Maior rigor na concessão de crédito pesou sobre resultado, diz entidade.

Do G1, em São Paulo
A inadimplência do consumidor fechou 2013 com queda de 2%, na comparação com o ano anterior, segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta terça-feira (21). No ano anterior, o indicador havia avançado 15%.

De acordo com o levantamento, esse é o primeiro recuo no comparativo desde o início da série histórica feita pela Serasa, em 2000. Pesaram sobre o desempenho da inadimplência em 2013 os recuos de 9,4% no volume de cheques sem fundo e de 4,8% na falta de pagamentos de dívidas não bancárias (como cartões de crédito, financeiras e lojas em geral).

Inadimplência - Serasa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Segundo os economistas da Serasa Experian, mais empregos e uma série de mudanças de comportamentos pesaram para que ocorresse a queda de inadimplentes no país.

“A manutenção de baixas taxas de desemprego ao longo de 2013, o maior rigor na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a maior preocupação dos consumidores em quitar suas dívidas, em vez de assumirem novos financiamentos, impulsionaram o recuo da inadimplência durante o ano passado”, afirmou a entidade em nota.

Já na comparação de dezembro de 2013 com o mesmo mês do ano anterior, a baixa foi ainda maior, de 6,5% – a sétima queda mensal consecutiva. Quando comparada a novembro de 2013, a inadimplência do consumidor cresceu 2,7%.

No confronto de dezembro com o mês anterior, as dívidas não bancárias e os cheques sem fundo tiveram um aumento de 6,9% e 4%, respectivamente. A inadimplência com os bancos recuou 1,2% e com os títulos protestados (dívidas não pagas que são levadas para cartório e sujam o nome do consumidor), 6,1%.

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