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23 de janeiro de 2019, 10h26

Bolsonaro começa a rifar Flávio: se ele errou, deve pagar o preço

Essa é a primeira manifestação direta de Bolsonaro sobre o caso desde que surgiram novos fatos envolvendo seu filho e seu gabinete na Alerj

Foto: Alan Santos/PR
Em entrevista à Bloomberg, gravada em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que seu filho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), deverá “pagar o preço” caso se comprove irregularidades no caso envolvendo um ex-assessor dele na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). “Se por acaso ele [Flávio] errou e isso for provado, eu me arrependo como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações, que não podemos aceitar”, disse Bolsonaro. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e...

Em entrevista à Bloomberg, gravada em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que seu filho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), deverá “pagar o preço” caso se comprove irregularidades no caso envolvendo um ex-assessor dele na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

“Se por acaso ele [Flávio] errou e isso for provado, eu me arrependo como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações, que não podemos aceitar”, disse Bolsonaro.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Essa é a primeira manifestação direta de Bolsonaro sobre o caso desde que surgiram novos fatos envolvendo seu filho e seu gabinete na Alerj. Em seu texto, a Bloomberg diz que o caso poderia colocar em risco a agenda anticorrupção de seu governo e afetar sua base aliada.

Flávio Bolsonaro

Os dois principais alvos da Operação “Os Intocáveis”, deflagrada na manhã desta terça-feira (22), o ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega e o major da PM Ronald Paulo Alves Pereira, foram homenageados, em 2003 e 2004, na Assembleia Legislativa do Rio, por indicação do deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Veja também:  Moro não tem provas contra Lula; Lula tem provas contra Moro

A mãe e a mulher de Adriano Magalhães da Nóbrega, eram empregadas do gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), até o novembro do ano passado. O ex-capitão é tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime, organização suspeita do assassinato de Marielle Franco.

Com informações do UOL

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