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23 de outubro de 2018, 21h03

Bolsonaro dispara: “Vamos acabar com coitadismo de nordestino, gay, negro e mulher”

Militar também atacou o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra: “Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo”

Foto: Agência Brasil Durante entrevista concedida à TV Cidade Verde, afiliada do SBT no Piauí, Jair Bolsonaro (PSL) voltou a atacar vários segmentos da sociedade brasileira. “Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”, disse, segundo informações de Yala Sena, da Folha de S.Paulo. O militar disparou, também, contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): “Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo”. Bolsonaro repetiu às críticas feitas à Folha de...

Foto: Agência Brasil

Durante entrevista concedida à TV Cidade Verde, afiliada do SBT no Piauí, Jair Bolsonaro (PSL) voltou a atacar vários segmentos da sociedade brasileira. “Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”, disse, segundo informações de Yala Sena, da Folha de S.Paulo.

O militar disparou, também, contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): “Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo”.

Bolsonaro repetiu às críticas feitas à Folha de S.Paulo., em função da reportagem publicada sobre o escândalo de caixa 2 e fake news para beneficiar o candidato no WhatsApp. “Primeiro, a matéria surgiu na Folha de S.Paulo, num jornal de sempre, num jornal que não tem qualquer compromisso com a verdade”, disse.

Bolsonaro afirmou que a reportagem é “plantada” e que foi usada de argumento para ações no Supremo para o PT e PDT. E negou envolvimento com o caso. A entrevista foi feita no sábado (20) e divulgada somente nesta terça-feira (23) pela emissora.

Veja também:  O Congresso e as ruas no governo Bolsonaro, por Rafael Moreira

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