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16 de maio de 2019, 10h15

Bolsonaro distorce frase atribuída a ministro de Hitler para defender bloqueio de recursos na Educação

A frase foi dita pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que na publicação aparece em vídeo afirmando ainda aos parlamentares durante audiência na Câmara: "Eu odeio pecado, não o pecador. Eu quero que um dia vocês enxerguem a razão e vejam que tudo isso que vocês pregam geram mal"

Bolsonaro e Weintraub (Montagem)
De Dallas, nos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PSL) divulgou na manhã desta quinta-feira (16) em sua conta no Twitter um vídeo da audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, no plenário da Câmara para defender o bloqueio de recursos da Educação. Em seu tuíte, Bolsonaro repete Weintraub e distorce uma frase atribuída a Joseph Goebebels, ministro da propaganda de Adolf Hitler. “Uma mentira repetida mil vezes continua sendo mentira. Nós trabalhamos com a verdade. O socialismo gera o mal generalizado e quem mais sofre é o povo. Com a palavra, o Ministro da Educação”, tuitou Bolsonaro. A frase atribuída...

De Dallas, nos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PSL) divulgou na manhã desta quinta-feira (16) em sua conta no Twitter um vídeo da audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, no plenário da Câmara para defender o bloqueio de recursos da Educação.

Em seu tuíte, Bolsonaro repete Weintraub e distorce uma frase atribuída a Joseph Goebebels, ministro da propaganda de Adolf Hitler. “Uma mentira repetida mil vezes continua sendo mentira. Nós trabalhamos com a verdade. O socialismo gera o mal generalizado e quem mais sofre é o povo. Com a palavra, o Ministro da Educação”, tuitou Bolsonaro.

A frase atribuída a Goebbels diz que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. A distorção foi usada pelo ministro da Educação na audiência com os parlamentares para defender o bloqueio de verbas das universidades e institutos federais. “Não tem corte, a gente está obedecendo a lei”, diz o ministro, ressaltando que “não tem esse ódio no coração”, ao se referir aos parlamentares que o indagaram sobre o contingenciamento de recursos.

“Eu odeio pecado, não o pecador. Eu quero que um dia vocês enxerguem a razão e vejam que tudo isso que vocês pregam geram mal”, disse o ministro.

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