01 de novembro de 2018, 15h16

Bolsonaro recua e diz que Meio Ambiente e Agricultura deverão ser ministérios diferentes

Ele ressaltou que não quer um ministro "xiita" para o Meio Ambiente e que a conservação da natureza não pode ser um obstáculo para o progresso do país

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Após uma série de críticas, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que Meio Ambiente e Agricultura deverão ser ministérios diferentes em seu governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (1), em entrevista a emissoras de TV católicas. A junção dos dois ministérios vinha sendo dada como certa pela equipe de transição. A ideia, no entanto, foi mal recebida por representantes dos dois setores. Diante da repercussão negativa, parece que Bolsonaro recuou. “Havia uma ideia de fusão, mas pelo que parece será modificada. Pelo que tudo indica, serão dois ministérios distintos”, afirmou o presidente eleito. Ele ressaltou que não quer um ministro “xiita”...

Após uma série de críticas, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que Meio Ambiente e Agricultura deverão ser ministérios diferentes em seu governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (1), em entrevista a emissoras de TV católicas.

A junção dos dois ministérios vinha sendo dada como certa pela equipe de transição. A ideia, no entanto, foi mal recebida por representantes dos dois setores. Diante da repercussão negativa, parece que Bolsonaro recuou.

“Havia uma ideia de fusão, mas pelo que parece será modificada. Pelo que tudo indica, serão dois ministérios distintos”, afirmou o presidente eleito.

Ele ressaltou que não quer um ministro “xiita” para o Meio Ambiente e que a conservação da natureza não pode ser um obstáculo para o progresso do país.

“O Brasil é o país que mais protege o meio ambiente. Nós pretendemos proteger o meio ambiente, sim, mas não criar dificuldades para o nosso progresso”, argumentou Bolsonaro.

Segundo ele, o perfil de um ministro do Meio Ambiente é o de “uma pessoa voltada para proteger o meio ambiente sem o caráter xiita, como foi em outros governos”.

Com informações do G1