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18 de janeiro de 2017, 09h20

Boulos, ao ser solto: “A luta só vai crescer e aumentar a cada gesto fascista e ilegal”

"Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje", avisou Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), logo depois de ser liberado, após 10 horas de detenção.

“Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje”, avisou Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), logo depois de ser liberado, após 10 horas de detenção. Da Redação com informações do 247 “Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje”, avisou Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), logo depois...

“Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje”, avisou Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), logo depois de ser liberado, após 10 horas de detenção.

Da Redação com informações do 247

“Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje”, avisou Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), logo depois de ser liberado, após 10 horas de detenção nesta terça-feira 17. Ele também criticou a ação da Polícia Militar e disse que a prisão teve “o intuito de intimidar o MTST e a luta dos movimentos populares”.

“Isso é notório. Cada vez mais há uma tentativa de desmoralizar os movimentos”, disse.

Ele disse ainda que foi preso por “incitação à violência, por desobediência e por outros crimes”. “Acabei sendo indiciado por resistência. Para mim, resistência não é crime. Crime é despejar 700 famílias sem ter alternativa, resistência é uma reação legítima das pessoas contra uma barbaridade como esta”, rebateu.

Veja também:  "Se atitude significa ser subserviente, não é realmente o nosso caso", rebate Flávio Dino a Dória

A reintegração de posse foi pedida pelo prefeito João Doria (PSDB) e realizada pela Tropa de Choque do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Um membro da Tropa de Choque justificou a prisão o ativista: “Temos horas de filmagens suas de outras manifestações e ocupações e sabemos que você é liderança, você está detido por desacato, obstrução da via, obstrução da justiça e incitação de violência”, disse o militar.

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