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26 de abril de 2019, 11h25

Boulos: “Bolsonaro ser incapaz de formular três frases não lhe dá o direito de impedir que jovens estudem”

“Aliás, se tivesse um bom conselheiro, poderia se matricular - junto com Sérgio Moro - numa boa Faculdade de Letras”, disse ainda o líder do MTST

Foto: Reprodução
O ex-candidato à Presidência e líder do MTST, Guilherme Boulous, afirmou, através de sua conta do Twitter, nesta sexta-feira (26), que o fato do presidente Jair Bolsonaro “ser incapaz de formular 3 frases seguidas com nexo não lhe dá o direito de privar milhões de jovens que desejem estudar Ciências Humanas”, escreveu. O fato de Bolsonaro ser incapaz de formular 3 frases seguidas com nexo não lhe dá o direito de privar milhões de jovens que desejem estudar Ciências Humanas. Aliás, se tivesse um bom conselheiro, poderia se matricular – junto com Sérgio Moro – numa boa Faculdade de Letras....

O ex-candidato à Presidência e líder do MTST, Guilherme Boulous, afirmou, através de sua conta do Twitter, nesta sexta-feira (26), que o fato do presidente Jair Bolsonaro “ser incapaz de formular 3 frases seguidas com nexo não lhe dá o direito de privar milhões de jovens que desejem estudar Ciências Humanas”, escreveu.

“O fato de Bolsonaro ser incapaz de formular 3 frases seguidas com nexo não lhe dá o direito de privar milhões de jovens que desejem estudar Ciências Humanas. Aliás, se tivesse um bom conselheiro, poderia se matricular – junto com Sérgio Moro – numa boa Faculdade de Letras.”

“Bolsonaro e seu ministro da Educação defenderam reduzir as vagas nos cursos da Ciências Humanas, alegando que são “elitizados”. Além do desconhecimento em relação ao público desses cursos, a declaração revela uma aversão ao pensamento crítico.”

Veja também:  Após Bolsonaro, abaixo-assinado e evento no Facebook querem Moro fora de conferência em Portugal

Descentralizar investimentos em “filosofia e sociologia”

Boulos reagiu a um tuíte do presidente Jair Bolsonaro afirmando que o MEC pretende descentralizar investimentos em “filosofia e sociologia” para “focar em áreas que gerem retorno imediato ao contribuinte”.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, quer “descentralizar” investimento no ensino das duas áreas para “focar em áreas que gerem retorno imediato ao contribuinte, como: veterinária, engenharia e medicina”.

Para Bolsonaro, os estudos de humanas não “respeitariam o dinheiro do contribuinte” e a educação deve servir para ensinar “leitura, escrita e a fazer conta e depois um ofício que gere renda para a pessoa”.

 

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