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06 de junho de 2016, 13h32

Sem ministras, Brasil some em ranking de representatividade feminina

País ocupava 22º lugar na questão da representatividade feminina no governo, após Temer assumir, o Brasil não possui mais colocação.

País ocupava 22º lugar em ranking elaborado pela ONU Mulheres que avalia países da América do Sul, Central e Caribe; após Temer assumir e compor um ministério só com homens, o país desapareceu da classificação Por Redação* Apesar de a maioria da população brasileira ser composta por mulheres (51,5%), isso não é refletido no ministério do governo interino, o que acabou excluindo o Brasil de um ranking de representatividade feminina feito pela ONU Mulheres, que avalia países da América do Sul, Central e Caribe. Antes de Temer assumir, o país ocupava a 22ª posição. Na América Latina, o país que mais possui mulheres proporcionalmente no governo...

País ocupava 22º lugar em ranking elaborado pela ONU Mulheres que avalia países da América do Sul, Central e Caribe; após Temer assumir e compor um ministério só com homens, o país desapareceu da classificação

Por Redação*

Apesar de a maioria da população brasileira ser composta por mulheres (51,5%), isso não é refletido no ministério do governo interino, o que acabou excluindo o Brasil de um ranking de representatividade feminina feito pela ONU Mulheres, que avalia países da América do Sul, Central e Caribe. Antes de Temer assumir, o país ocupava a 22ª posição.

Na América Latina, o país que mais possui mulheres proporcionalmente no governo é a Nicarágua, com 5 ministras num total de 11 cargos. Em seguida vem Uruguai (5 de 13), Colômbia (6 de 16), Chile (8 de 23) e Trinidad e Tobago (6 de 20). Atualmente, a única chefe de Estado em exercício da América Latina é Michelle Bachellet, do Chile.

No que diz respeito às Américas em geral, o país que lidera o ranking é o Canadá, onde 50% dos cargos de alto escalão são ocupados por mulheres. O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau ainda nomeou uma mulher com deficiência visual, um homossexual assumido, um indígena e quatro descentes de indianos.

Veja também:  Coletes franceses: A Onda Amarela - Por Beatriz Leandro

Na contramão, vem o Brasil e a ilha São Vicente e Grandinas. Ambos não possuem nenhuma ministra.

Com informações do Sul21.

Foto de capa: Valter Campanato/Agência Brasil

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