13 de setembro de 2018, 12h07

Campanha busca um “SPC de Marina” para conter queda nas pesquisas

Assessores dizem que ela precisa agora de um “SPC”, ou seja, uma marca forte para a campanha, fazendo referência a um dos principais pontos defendidos por Ciro Gomes

Marina Silva. Elza Fiuza/Agência Brasil

O sinal amarelo acendeu na campanha de Marina Silva (Rede), após a candidata sofrer uma queda de até cinco pontos percentuais nas últimas pesquisas de intenção de votos para a presidência.

Seus assessores dizem que ela precisa agora de um “SPC”, ou seja, uma marca forte para a campanha, fazendo referência a um dos principais pontos defendidos por Ciro Gomes (PDT), que é tirar 63 milhões de brasileiros do cadastro do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) de maus pagadores.

“A Marina está cheia de propostas excelentes, mas são um pouco amplas demais e nenhuma está emplacando entre a população. Ela tem falado muita coisa, mas a mensagem não está ficando. Assim como o Ciro tem [a proposta do] SPC, o [Jair] Bolsonaro tem a questão da segurança pública e o [Fernando] Haddad tem o Lula com o discurso de geração de renda e emprego por trás, a Marina precisa ter uma marca para chamar de sua”, relatou um interlocutor.

“Nós já temos vários pontos fortes, como o desenvolvimento sustentável, a vontade de se fazer uma nova política, o fato de ela ser uma candidata extremamente democrática, de não defender uma economia estatista nem extremamente liberal. O que queremos agora é mostrar o conjunto da obra, ressaltar a história dela, mostrar as propostas para essa área social. Precisamos aprimorar o alcance da fala da Marina para mostrar para mais gente”, disse outro aliado.

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