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02 de fevereiro de 2018, 19h51

Campanha vai promover redução de danos para as drogas mais usadas no Carnaval

Uma cartilha com informações sobre as seis drogas que mais tem se observado aumento do consumo nos dias de folia será distribuída nos principais blocos do carnaval paulistano. Confira Por Redação* Pensando na tendência de aumento no consumo de seis tipos de drogas lícitas e ilícitas mais populares nos carnavais em todo Brasil, a campanha #RolêSemVacilo, lançada neste dia 02 de fevereiro, tem como objetivo promover a redução de danos para pessoas que pensam em usar drogas nos dias de folia. O projeto nasceu a partir da iniciativa “Drogas: Reduzir Danos”, do Centro de Convivência É de Lei e da...

Uma cartilha com informações sobre as seis drogas que mais tem se observado aumento do consumo nos dias de folia será distribuída nos principais blocos do carnaval paulistano. Confira

Por Redação*

Pensando na tendência de aumento no consumo de seis tipos de drogas lícitas e ilícitas mais populares nos carnavais em todo Brasil, a campanha #RolêSemVacilo, lançada neste dia 02 de fevereiro, tem como objetivo promover a redução de danos para pessoas que pensam em usar drogas nos dias de folia.

O projeto nasceu a partir da iniciativa “Drogas: Reduzir Danos”, do Centro de Convivência É de Lei e da Plataforma Brasileira de Política de Drogas (PBPD), em parceria com a produtora de eventos culturais Pipoca. Batizada de “#RolêSemVacilo: Experimente Reduzir Danos”, a campanha tem como foco informar sobre o uso de Alcool, Cocaína, Ecstasy / MDMA, LSD, Inalantes (lança-perfume, B25, tiner, cola) e Ketamina, as seis drogas que mais tem se observado o aumento do consumo na cidade de São Paulo.

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Uma cartilha contendo informações sobre essas drogas será distribuída nas ruas em parceria com grandes blocos carnavalescos paulistanos, como Frevo Mulher, Bicho Maluco Beleza, Monobloco, Baiana System e Orquestra Voadora.

No material, haverá informações sobre a maneira como cada droga age no cérebro, os riscos e dicas de consumo seguro. Há também uma classificação minuciosamente explicada sobre as categorias de cada droga, que vão de estimulantes (que aumentam a atividade do SNC e deixam as pessoas mais ativas, como cafeína, cocaína e anfetaminas), passando pelas depressoras (que diminuem a atividade do SNC e diminuem a capacidade dos neurônios de responder a estímulos, diminuindo o autocontrole e deixando as pessoas sedadas ou com sono, como álcool, opióides e sedativos) até as perturbadoras (que, em vez de aumentar ou diminuir a atividade do SNC, alteram a qualidade de seu funcionamento, como LSD, DMT e, para alguns especialistas, maconha).

“Geralmente, falamos sobre abuso drogas apenas em contextos como a Cracolândia ou operações policiais. Porém, sabemos que durante o Carnaval aumenta bastante o consumo e o abuso de álcool e de outras drogas comuns em ambientes de festas. Queremos mostrar que as práticas de redução de danos são amplas e se aplicam a diferentes contextos de uso de drogas”, afirma Nathalia Oliveira, da iniciativa Drogas: Reduzir Danos e da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.

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Clique aqui para conhecer o material.

*Com Agência Lema

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