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25 de janeiro de 2018, 17h00

Capa da Veja é simbólica: Condenação de Lula é volta à ditadura

“A condenação e a desejada prisão de Lula são, a rigor, o mesmo agora e o mesmo que se refletia na sua foto do DOPS, em plena ditadura", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço.

“A condenação e a desejada prisão de Lula são, a rigor, o mesmo agora e o mesmo que se refletia na sua foto do DOPS, em plena ditadura”, escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço. Da Redação* A capa da edição antecipada da Veja vem revestida de grande simbolismo. Além de reafirmar o perfil editorial retrógrado e oportunista da revista, mostra que o país está voltando a utilizar determinadas práticas que só eram observadas no tempo da ditadura. “A condenação e a desejada prisão de Lula são, a rigor, o mesmo agora e o mesmo que se refletia na sua foto...

“A condenação e a desejada prisão de Lula são, a rigor, o mesmo agora e o mesmo que se refletia na sua foto do DOPS, em plena ditadura”, escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço.

Da Redação*

A capa da edição antecipada da Veja vem revestida de grande simbolismo. Além de reafirmar o perfil editorial retrógrado e oportunista da revista, mostra que o país está voltando a utilizar determinadas práticas que só eram observadas no tempo da ditadura. “A condenação e a desejada prisão de Lula são, a rigor, o mesmo agora e o mesmo que se refletia na sua foto do DOPS, em plena ditadura”, afirma Fernando Brito, editor do Tijolaço.

Veja vai direto ao ponto que interessa a ela e aos golpistas: as consequências eleitorais da condenação e a possível prisão de Lula para tirá-lo da disputa presidencial de outubro. Sem o petista no páreo, calcula, aumentam as chances de o tucano Geraldo Alckmin chegar ao Palácio do Planalto.

“Não é a primeira condenação de Lula pela Justiça, falta a revista dizer. Por conta das greves do ABC, foi sentenciado a três anos e meio de detenção “por incitação à desordem coletiva”, em 1981. Pouco importa se o beleguim da vez já não é o delegado Sérgio Paranhos Flery, mas Moro e seus três adoradores do TRF-4. O sentido é o mesmo: extirpar um símbolo da “desordem”, para que prevaleça a ordem onde só o povo perde e o Brasil se vende, completou Brito.

Veja também:  Moro evita jornalistas durante passagem pelo Senado

*Com informações do Tijolaço e do Blog do Esmael

Foto: Reprodução

 

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