29 de dezembro de 2017, 14h20

Carta aos juristas denuncia “sufocamento” do direito de defesa no caso Lula

Documento assinado por advogados brasileiros já conseguiu a adesão de 500 nomes, como o português Boaventura de Souza Santos e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago.

Documento assinado por advogados brasileiros já conseguiu a adesão de 500 nomes, como o português Boaventura de Souza Santos e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago. Da Redação* Uma carta aberta “aos juristas do mundo” assinada por advogados brasileiros para denunciar o que definem como sufocamento do direito de defesa no Brasil, especialmente em relação ao ex-presidente Lula, já conseguiu a adesão de 500 nomes até a quinta-feira (28). Nomes de esquerda, como o português Boaventura de Souza Santos (foto) e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago, aderiram ao documento. As informações são da...

Documento assinado por advogados brasileiros já conseguiu a adesão de 500 nomes, como o português Boaventura de Souza Santos e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago.

Da Redação*

Uma carta aberta “aos juristas do mundo” assinada por advogados brasileiros para denunciar o que definem como sufocamento do direito de defesa no Brasil, especialmente em relação ao ex-presidente Lula, já conseguiu a adesão de 500 nomes até a quinta-feira (28). Nomes de esquerda, como o português Boaventura de Souza Santos (foto) e a espanhola Pilar del Río, viúva de José Saramago, aderiram ao documento. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, da olha de S.Paulo.

Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais.

A carta cita a “instrumentalização política das delações premiadas”, “prisões preventivas de longo curso”, que seriam destinadas a buscar depoimentos contra Lula e a “manifestação pública de juízes”, desembargadores e ministros que participariam “do contencioso político”, adiantando opiniões e votos.

A carta foi organizada por Tarso Genro, Marco Aurélio de Carvalho, Carol Proner e Gisele Citadino, que devem encaminhá-la a organismos internacionais.

*Com informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

Foto: Wikipedia Commons