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21 de agosto de 2014, 11h34

Cartazes anti-PT utilizados na abertura da Copa foram pagos por empresa

De acordo com investigação da Polícia Federal, os materiais apócrifos foram pagos pela empresa Multilaser; pena por difamação a partido político vai de 6 meses a dois anos

De acordo com investigação da Polícia Federal, os materiais foram pagos pela empresa Multilaser; pena por difamação a partido político vai de seis meses a dois anos de prisão Por Redação Após investigação da Polícia Federal e da Polícia Civil de São Paulo, descobriu-se que os cartazes anti-PT utilizados na abertura da Copa do Mundo, em 12 de junho, foram pagos pela Multilaser, uma das maiores empresas de informática do Brasil, que tem contratos com os governos Federal e de São Paulo. Materiais com difamações a partidos políticos podem render prisão de seis meses a dois anos, mais multa. A ação...

De acordo com investigação da Polícia Federal, os materiais foram pagos pela empresa Multilaser; pena por difamação a partido político vai de seis meses a dois anos de prisão

Por Redação

Após investigação da Polícia Federal e da Polícia Civil de São Paulo, descobriu-se que os cartazes anti-PT utilizados na abertura da Copa do Mundo, em 12 de junho, foram pagos pela Multilaser, uma das maiores empresas de informática do Brasil, que tem contratos com os governos Federal e de São Paulo. Materiais com difamações a partidos políticos podem render prisão de seis meses a dois anos, mais multa. A ação foi movida pelo Diretório Nacional do PT.

Apurou-se que foram distribuídos 20 mil cartazes de 60X70 cm, contendo frases do tipo “Fora incomPTentes” e “Fora CorruPTos”, todas acompanhadas do símbolo do PT. O conteúdo em questão não continha assinatura e era creditado a “um grupo de jovens paulistanos”.

Ao Ministério Público Federal (MPF), a Intergraf confirmou a confecção dos cartazes sob uma encomenda da Multilaser, no valor de R$ 15 mil. Em resposta ao MPF, a Multilaser declarou que separa todo mês uma verba para “ações sociais”. Porém, disse que os materiais em questão são de responsabilidade “isolada” e não revelou o nome do responsável.

Com o PT no governo, a empresa Multilaser recebeu cerca de R$ 15 milhões do governo federal. Além disso, possui contrato no valor de R$ 1,8 milhão com a Fundação Padre Anchieta, do governo de São Paulo.

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