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08 de julho de 2016, 10h33

Cinco policiais morrem durante protesto racial nos Estados Unidos

Os policiais acompanhavam a manifestação contra a violência policial e as mortes de Aldo Sterling e Philando Castile, homens negros alvejados por policias, respectivamente, em Louisiana e Minnesota.

Para o chefe de polícia da cidade, David Brown, as mortes foram parte de uma emboscada de pessoas que não pertenciam à manifestação e que se aproveitaram do momento para “matar tantos policiais quanto pudessem” Por Redação Após as mortes de Aldo Sterling e Philando Castile nesta semana, dezenas de pessoas foram para o centro da cidade de Dallas, no Texas, protestar contra a violência policial que vitimiza tantos negros no Estados Unidos. Durante a manifestação, por volta das 20h45, começou uma troca de tiros que matou cinco policiais e deixou outros feridos. Após o tiroteio, os manifestantes e pessoas da região ficaram retidas no...

Para o chefe de polícia da cidade, David Brown, as mortes foram parte de uma emboscada de pessoas que não pertenciam à manifestação e que se aproveitaram do momento para “matar tantos policiais quanto pudessem”

Por Redação

Após as mortes de Aldo Sterling e Philando Castile nesta semana, dezenas de pessoas foram para o centro da cidade de Dallas, no Texas, protestar contra a violência policial que vitimiza tantos negros no Estados Unidos. Durante a manifestação, por volta das 20h45, começou uma troca de tiros que matou cinco policiais e deixou outros feridos.

Após o tiroteio, os manifestantes e pessoas da região ficaram retidas no centro, pois o sistema de transporte público foi interrompido na tentativa de captura dos atiradores. Três pessoas foram presas e uma quarta conseguiu escapar e segue foragida.

Para o chefe de polícia da cidade, David Brown, as mortes foram parte de uma emboscada de gente que não pertencia à manifestação e que se aproveitou do momento para “matar tantos policiais quanto pudessem”.

O assassinato de Philando Castile chocou as redes sociais depois que a morte foi filmada por sua namorada na quinta-feira (7), depois de ser parado em uma blitz e alvejado por um policial. A filha de Lavish Reynolds, que tem 4 anos, também estava no carro e tentou acalmar a mãe. O fato aconteceu no mesmo dia em que a Casa Branca decidiu que investigaria a morte de Aldo Sterling durante a ação de policiais brancos, em Baton Rouge.

Veja também:  Greve Geral: Dez são detidos em SP durante protesto e levados ao Deic

Foto: Tony Webster

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