21 de maio de 2018, 15h51

Cinebiografia de Edir Macedo entra pra lista dos 100 piores de todos os tempos

Nesta segunda, o filme brasileiro estava em 52º da lista

“Nada a Perder”, a cinebiografia do bispo Edir Macedo, dirigida por Alexandre Avancini, filho de Walter Avancini, é o 52º da lista da lista dos 100 piores filmes de todos os tempos do site americano IMDB, um dos mais respeitados de cinema, com nota qualificada de 2,4. Nesta segunda-feira (21) o filme brasileiro é o 52º da lista. Lançado em 1990, o IMDB tem mais de 83 milhões de usuários registrados. A lista de piores filmes dá mais peso às avaliações de quem analisa frequentemente os títulos cadastrados no site, diminuindo assim o risco de fraudes. Apenas filmes que estrearam no cinema e tiveram mais de...

“Nada a Perder”, a cinebiografia do bispo Edir Macedo, dirigida por Alexandre Avancini, filho de Walter Avancini, é o 52º da lista da lista dos 100 piores filmes de todos os tempos do site americano IMDB, um dos mais respeitados de cinema, com nota qualificada de 2,4. Nesta segunda-feira (21) o filme brasileiro é o 52º da lista.

Lançado em 1990, o IMDB tem mais de 83 milhões de usuários registrados. A lista de piores filmes dá mais peso às avaliações de quem analisa frequentemente os títulos cadastrados no site, diminuindo assim o risco de fraudes. Apenas filmes que estrearam no cinema e tiveram mais de 1500 avaliações são considerados.

No Brasil, o filme conquistou no começo do mês o título de maior bilheteria da história no país, com mais de 11,446 milhões de ingressos vendidos, ultrapassando outra produção da Record, “Os Dez Mandamentos”, também de Avancini.

UOL apurou que membros da igreja Universal têm anunciado nas redes sociais ingressos com direito a transporte gratuito até a sala de cinema, levantando a suspeita de que a própria Universal estaria “esgotando” sessões para distribuição, o que sempre foi desmentido pela igreja.

Nem todas as salas “esgotadas” de “Nada a Perder” encheram completamente. A reportagem do UOL acompanhou uma das primeiras exibições no dia da estreia, no Shopping Frei Caneca, região central de São Paulo. A sessão, que tinha 172 ingressos vendidos, foi vista por 76 pessoas na sala.

Reportagem do Metro feita no período de estreia denunciou o mesmo fenômeno. O longa vendeu antecipadamente 4 milhões de ingressos, o que o converte no maior sucesso de bilheteria do cinema brasileiro no ano, até agora. Sucesso de bilheteria, mas não de público. A reportagem constatou que o filme estreou para salas praticamente vazias.