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27 de outubro de 2018, 12h30

Colunista de O Globo descarta voto em Bolsonaro: “A democracia é inegociável”

A jornalista Flávia Oliveira escreveu artigo, no qual destaca: “Quisera cobrir-me com o manto de invisibilidade dos isentões. Mas integro o time dos democratas convictos”

Foto: Reprodução/YouTube “A democracia é inegociável. A democracia é inegociável. A democracia é inegociável. Repito a frase como mantra do compromisso que, entrante na vida adulta, firmei ao tornar-me jornalista profissional”. É desta forma que a jornalista Flávia Oliveira, colunista do jornal O Globo inicia seu novo artigo, descartando voltar em Jair Bolsonaro. Em outro trecho, ela diz: “Quisera cobrir-me com o manto de invisibilidade dos isentões. Mas integro o time dos democratas convictos”, sugerindo que seu voto será para Fernando Haddad (PT), embora não o cite nominalmente. Flávia finaliza: “Favorito nas pesquisas de intenção de voto, o presidenciável Bolsonaro...

Foto: Reprodução/YouTube

“A democracia é inegociável. A democracia é inegociável. A democracia é inegociável. Repito a frase como mantra do compromisso que, entrante na vida adulta, firmei ao tornar-me jornalista profissional”. É desta forma que a jornalista Flávia Oliveira, colunista do jornal O Globo inicia seu novo artigo, descartando voltar em Jair Bolsonaro.

Em outro trecho, ela diz: “Quisera cobrir-me com o manto de invisibilidade dos isentões. Mas integro o time dos democratas convictos”, sugerindo que seu voto será para Fernando Haddad (PT), embora não o cite nominalmente.

Flávia finaliza: “Favorito nas pesquisas de intenção de voto, o presidenciável Bolsonaro suavizou o discurso nas últimas horas, talvez por ter percebido o quão longe foi sua pregação linha-dura. Mas seu glossário, não é de hoje, comporta expressões afeitas mais ao autoritarismo que ao diálogo; à intolerância, em vez da proteção às minorias (indígenas, negros, mulheres, LGBTQs); à violência, não à cultura de paz. O colunista Elio Gaspari escreveu, na última quarta-feira, no GLOBO e na Folha de S.Paulo: ‘Há casos em que o cidadão tem que traçar a linha que não atravessará’. “No meu caso, a fronteira imaginária separa direitos humanos da barbárie; diversidade da supremacia; democracia do autoritarismo. Daqui não passo”.

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