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22 de novembro de 2018, 10h13

Com 3 dos 13 ministérios de Bolsonaro até o momento, DEM “ainda não sabe” se será base do futuro governo

Segundo ACM Neto, presidente do antigo PFL, os três nomes foram escolhidos por Bolsonaro e não por indicação do DEM. Deputados eleitos pelo PSL, sigla do capitão da reserva, estão indignados.

Com três ministros confirmados – dos 13 anunciados até o momento – pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o DEM ainda não sabe se deve “integrar ou não” a base do futuro governo, segundo ACM Neto, presidente da sigla – o antigo Partido da Frente Liberal (PFL). “O Democratas integrar ou não a base do governo depende fundamentalmente da discussão sobre a agenda do país. E essa decisão vai ser tomada no momento certo, e será fruto de uma deliberação da comissão executiva nacional do partido”, afirmou, em entrevista à agência de notícias Reuters, divulgada nesta quarta-feira (21). Fórum precisa...

Com três ministros confirmados – dos 13 anunciados até o momento – pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o DEM ainda não sabe se deve “integrar ou não” a base do futuro governo, segundo ACM Neto, presidente da sigla – o antigo Partido da Frente Liberal (PFL).

“O Democratas integrar ou não a base do governo depende fundamentalmente da discussão sobre a agenda do país. E essa decisão vai ser tomada no momento certo, e será fruto de uma deliberação da comissão executiva nacional do partido”, afirmou, em entrevista à agência de notícias Reuters, divulgada nesta quarta-feira (21).

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Segundo o herdeiro político do Carlismo, “os quadros escolhidos são quadros que realmente reúnem qualidades e preparo para o desempenho das funções, mas que foram escolhas dele (Bolsonaro), não foram indicações do Democratas”.

Além de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil, Bolsonaro já anunciou os também deputados Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para a Saúde e Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura. O partido ainda trabalha para a terceira reeleição de Rodrigo Maia (DEM/RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados.

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Insatisfação no PSL
Parlamentares eleitos do PSL, partido de Bolsonaro, mostraram indignação com a proximidade do capitão da reserva com o DEM. Investigado por fraude em licitação, Mandetta é quem mais gera revolta na sigla que acolheu Bolsonaro para a eleição ao Planalto.

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Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o deputado eleito delegado Pablo (PSL-AM) teria dito em conversa com colegas que vai apoiar, mas que Mandetta é “um ministro investigado, cheio de nó pelas costas, como dizem na minha terra”.

Os PSListas também reclamam da falta de habilidade relacional de Lorenzoni, que não tem dada a devida atenção à sigla. “O Major Olímpio [PSL-SP], eleito com nove milhões de votos, ligou pra ele mais de vinte vezes e não conseguiu falar”, afirmou um dos deputados, em encontro da legenda nesta quarta-feira (21), em Brasília.

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“Foi uma reunião em que alguns parlamentares apresentaram certo descontentamento, certo desconforto. ‘Ah, porque não estamos sendo ouvidos pelo governo’, aquela coisa toda”, declarou a deputada eleita Joice Hasselman (PSL-SP).

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