23 de janeiro de 2019, 06h46

Com Bolsonaro em Davos, Folha dá manchete sobre ligação da família Bolsonaro com milícias

No dia que o presidente Jair Bolsonaro (PSL/RJ) fez sua estreia internacional no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o assunto principal do major jornal do país é o envolvimento do seu filho com as milícias do Rio de Janeiro. Em menos de 1 mês governo já parece em fim de mandato.

Reprodução
No dia que o presidente Jair Bolsonaro (PSL/RJ) fez sua estreia internacional no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o assunto principal do major jornal do país é o envolvimento do seu filho com as milícias do Rio de Janeiro. Em menos de 1 mês governo já parece em fim de mandato e entra na mira da grande mídia – nesta terça-feira (22), o Jornal Nacional dedicou 11 minutos para falar das supostas ligações entre o senador eleito Flávio Bolsonaro, seu ex-assessor Fabrício Queiroz e policiais milicianos do Rio de Janeiro. Leia também: Jornal Nacional vincula Flávio Bolsonaro às milícias...

No dia que o presidente Jair Bolsonaro (PSL/RJ) fez sua estreia internacional no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o assunto principal do major jornal do país é o envolvimento do seu filho com as milícias do Rio de Janeiro. Em menos de 1 mês governo já parece em fim de mandato e entra na mira da grande mídia – nesta terça-feira (22), o Jornal Nacional dedicou 11 minutos para falar das supostas ligações entre o senador eleito Flávio Bolsonaro, seu ex-assessor Fabrício Queiroz e policiais milicianos do Rio de Janeiro.

Leia também: Jornal Nacional vincula Flávio Bolsonaro às milícias do RJ

Na capa, a Folha ainda traz uma foto de Bolsonaro saindo de trás de uma cortina para discursar em Davos e no alto da página uma chamada sem brilho diz que “Bolsonaro faz discurso curto e sem detalhes sobre as reformas”.

Na reportagem de capa, a informação é que o “deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou até novembro do ano passado em seu gabinete na Assembleia Legislativa a mãe e a mulher de um ex-policial militar suspeito de comandar milícias no Rio de Janeiro”, sobre o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, que está foragido, um dos 13 alvos da operação deflagrada pelo Ministério Público contra uma milícia que estaria envolvida no assassinato de Marielle Franco.

Na coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, a repercussão da notícia no governo. “No Planalto, a ordem é tentar blindar Jair Bolsonaro. Mas há o reconhecimento tácito de que as falas complacentes do presidente a milicianos e seu silêncio após a morte de Marielle Franco (PSOL-RJ), em março de 2018, dão munição mais do que suficiente para a oposição”, diz a nota.

Agora que você chegou ao final desse texto e viu a importância da Fórum, que tal apoiar a criação da sucursal de Brasília? Clique aqui e saiba mais