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03 de fevereiro de 2018, 11h41

Com rejeição recorde, Temer examinará a possibilidade de reeleição em junho

O presidente declarou também que as pesquisas de intenção de voto que são feitas hoje "não valem absolutamente nada"

O presidente declarou também que as pesquisas de intenção de voto que são feitas hoje “não valem absolutamente nada” Da Redação* Em entrevista exibida na noite desta sexta-feira (2) pela RedeTV!, Michel Temer evitou dizer se será ou não candidato a reeleição este ano e limitou-se a afirmar que vai examinar essa questão em junho, às vésperas do início do prazo para registro de candidaturas. “Podemos dizer que o meu papel hoje é fazer o melhor governo possível”, declarou. Em outro momento da entrevista, ao ser questionado sobre se o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seria o melhor nome...

O presidente declarou também que as pesquisas de intenção de voto que são feitas hoje “não valem absolutamente nada”

Da Redação*

Em entrevista exibida na noite desta sexta-feira (2) pela RedeTV!, Michel Temer evitou dizer se será ou não candidato a reeleição este ano e limitou-se a afirmar que vai examinar essa questão em junho, às vésperas do início do prazo para registro de candidaturas. “Podemos dizer que o meu papel hoje é fazer o melhor governo possível”, declarou.

Em outro momento da entrevista, ao ser questionado sobre se o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seria o melhor nome para defender as reformas de seu governo, Temer disse que o tucano é um “bom candidato”, mas repetiu que qualquer decisão relacionada à eleição só será tomada em junho. “Só digo quem será o candidato [do meu governo] se me convidarem para uma outra entrevista em junho”, disse.

O presidente declarou também que as pesquisas de intenção de voto que são feitas hoje “não valem absolutamente nada”. “Temos inúmeros exemplos de candidatos a governador e prefeito que tinham 1% ou 2% nas pesquisas e ganharam a eleição. A pesquisa que vale é a da véspera da eleição. Quem tem 1% hoje pode ter 30% no final da campanha”, disse.

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*Com informações do Estadão

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