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13 de Março de 2018, 08h30

Como Fórum antecipou, agora Ciro torna público opção Marina como vice

O Blog do Rovai apurou em meados de fevereiro que Ciro Gomes teria feito chegar à Marina Silva o recado

Ciro Gomes. Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil e Marina Silva. Foto: Agência Brasil

Após tentar o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) como vice de sua chapa na eleição para presidente da República, o pré-candidato Ciro Gomes (PDT) fez um aceno à ex-senadora Marina Silva (Rede) nesta segunda-feira (12). Ao UOL, o pedetista afirmou que deverá marcar uma conversa com a também pré-candidata ao Planalto.

O Blog do Rovai apurou, ainda em 21 de fevereiro, que Ciro Gomes teria feito chegar à Marina Silva o recado de que a considera um bom nome como parceira de chapa à disputa presidencial. Como na eleição passada a ex-ministra aceitou a parceira com Eduardo Campos, que morreu em um acidente, essa decisão não seria algo absolutamente fora da curva. Até porque Ciro está em melhor colocação do que Campos quando ela aceitou ser vice.

O UOL apurou que há entusiastas tanto do PDT quanto da Rede pela união. A aliança, contudo, enfrentaria dificuldades de se consolidar, pois ambos políticos desejam ocupar a cabeça da chapa.

O ex-ministro sinalizou em evento nesta noite, em São Paulo, que a união com Marina pode fazer parte de seu plano na corrida eleitoral. “[A chapa com Marina seria o] dream 2. Você pode usar o two, de dois, ou too [também, em inglês] para o Bolsonaro entender direitinho”, disse, a jornalistas.

Na análise de Ciro, a pré-candidata da Rede está em um campo político “isolado”, que não responde nem pelo centro-esquerda ou centro-direta. “Ela entra com muita dificuldade de posicionamento”.

Ciro já falou em diversas ocasiões, e reiterou na semana passada, durante o lançamento oficial de sua pré-candidatura, que uma chapa formada por ele e Haddad seria um “dream team” (time dos sonhos, em inglês). No entanto, o PT já lançou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como pré-candidato em chapa própria. A candidatura do petista ainda depende de um aval da justiça eleitoral, já que, em tese, ele está inelegível pela Lei da Ficha Limpa por uma condenação no caso do tríplex do Guarujá (SP).

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