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15 de setembro de 2017, 10h54

Condenado por violação sexual, Nuno Cobra deixa prisão em SP

Ex-preparador físico de Ayrton Senna teve de pagar fiança no valor de 45 salários mínimos, entregou o passaporte à Justiça e deve permanecer em casa quando não estiver trabalhando.

Ex-preparador físico de Ayrton Senna teve de pagar fiança no valor de 45 salários mínimos, entregou o passaporte à Justiça e deve permanecer em casa quando não estiver trabalhando. Da Redação* Depois de pagar uma fiança no valor de 45 salários mínimos, Nuno Cobra, ex-preparador físico de Ayrton Senna, foi solto pela Justiça Federal de São Paulo. Ele estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, por ter sido condenado por violação sexual contra uma jovem de 21 anos, durante um voo. Cobra havia sido preso preventivamente, na última segunda-feira (11), após o depoimento de uma nova vítima,...

Ex-preparador físico de Ayrton Senna teve de pagar fiança no valor de 45 salários mínimos, entregou o passaporte à Justiça e deve permanecer em casa quando não estiver trabalhando.

Da Redação*

Depois de pagar uma fiança no valor de 45 salários mínimos, Nuno Cobra, ex-preparador físico de Ayrton Senna, foi solto pela Justiça Federal de São Paulo. Ele estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, por ter sido condenado por violação sexual contra uma jovem de 21 anos, durante um voo. Cobra havia sido preso preventivamente, na última segunda-feira (11), após o depoimento de uma nova vítima, evidenciando que ele voltou a cometer o mesmo tipo de crime em agosto passado.

Além de arcar com a fiança, Cobra teve de entregar o passaporte à Justiça e deve permanecer em seu domicílio nos horários em que não estiver trabalhando. A juíza Giselle França, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), concedeu o habeas corpus, depois de entender que o preparador físico, inicialmente condenado a três anos e nove meses de reclusão em regime aberto, não poderia cumprir uma sanção, ainda que provisória, mais restritiva do que a condenação determinada em primeira instância.

A pena inicial foi determinada com base no artigo 215 do Código Penal — conjunção carnal ou ato libidinoso mediante fraude ou meio que impeça ou dificulte reação da vítima. É o mesmo artigo que vem sendo usado pela Justiça Paulista para colocar na prisão homens que cometem abusos dentro de trens, ônibus e metrô.

*Com informações do Extra

Foto: Reprodução/Internet

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