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14 de junho de 2016, 18h01

Conselho de Ética aprova cassação de Eduardo Cunha

Depois de sete meses de tramitação, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pede a cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Decisão agora segue para o plenário da Câmara Por Redação O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) o relatório do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) que pede a cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Decisão agora segue para o plenário da Casa. O placar do Conselho foi apertado. Onze deputados votaram favoravelmente...

Depois de sete meses de tramitação, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pede a cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Decisão agora segue para o plenário da Câmara

Por Redação

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) o relatório do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) que pede a cassação do mandato do presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Decisão agora segue para o plenário da Casa.

O placar do Conselho foi apertado. Onze deputados votaram favoravelmente à cassação e nove foram contra o parecer de Marcos Rogério. A deputada Tia Eron (PRB-BA), que tinha o voto considerado decisivo, votou a favor do relatório.

Cunha está sendo acusado de mentir em uma sessão da CPI da Petrobras ao afirmar que “não tinha qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta declarada em seu imposto de renda”.

No entanto, o parecer elaborado por Marcos Rogério diz que Cunha possui pelo menos três contas na Suíça em que ele seria o beneficiário. “É inegável que para o direito brasileiro Eduardo Cunha é ou foi titular de pelo menos três contas na Suíça”, disse o deputado.

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Pouco tempo após o término da sessão do Conselho, Cunha informou, por meio de nota, que vai recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para reverter a decisão.

Foto: Lula Marques/Agência PT

 

 

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