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14 de setembro de 2016, 11h38

Consulta pública sobre aborto ganha votos a favor após viralizar nas redes

Enquete questiona a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Enquete do Senado questiona a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) Por Redação O Senado Federal lançou, em seu site, uma consulta pública questionando a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O texto do projeto, elaborado pelo cidadão André de Oliveira Kiepper por meio do Portal e-Cidadania, foi publicado em 24 de setembro de 2014 e desde então está em trâmite no Senado. Com mais de 151 mil votos a favor e 116...

Enquete do Senado questiona a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS)

Por Redação

O Senado Federal lançou, em seu site, uma consulta pública questionando a população sobre a regulação do aborto no Brasil, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto do projeto, elaborado pelo cidadão André de Oliveira Kiepper por meio do Portal e-Cidadania, foi publicado em 24 de setembro de 2014 e desde então está em trâmite no Senado.

Com mais de 151 mil votos a favor e 116 mil contrários, a enquete permanece aberta. A proposta de Kiepper sugere que a interrupção da gravidez seja tratada como política da área de saúde e não criminalizada, como é atualmente.

A exposição protocolada demanda, ainda, que as unidades do SUS autorizadas a realizar o procedimento devam atender a uma série de preceitos e requisitos, para garantir a máxima segurança das mulheres.

Nos últimos dias, a página da consulta pública deste projeto tomou as redes e os números de aprovação da proposta tiveram um salto.

Veja também:  Moro encolhe, mas resiste no Senado

Antes, o parecer de internautas desfavoráveis à regulação estava à frente, mas com uma campanha de conscientização promovida por páginas de militância feminista, os números se inverteram.

Confira o texto na íntegra aqui e acompanhe a tramitação no Senado clicando aqui.

Foto:  CUT/SP

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