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19 de agosto de 2017, 09h29

Contrariando MP, Gilmar Mendes volta a soltar pai de seu compadre

Decisão derruba as recentes ordens de prisão feitas pelo juiz Marcelo Brêtas, da Justiça Federal do RJ. Da Redação Já virou uma disputa de cabo de guerra entre o ministro Gilmar Mendes e a Justiça Federal. Isso porque o juiz do STF mandou soltar, novamente, o empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Tr+ansportes de Passageiros do Estado do RJ (Fetranspor), Lélis Teixeira. Em decisão tomada nesta sexta-feira (18), Mendes derruba as recentes ordens de prisão expedidas pelo juiz Marcelo Brêtas, da Justiça Federal do RJ. O fato abriu uma disputa, isso porque o ministro...

Decisão derruba as recentes ordens de prisão feitas pelo juiz Marcelo Brêtas, da Justiça Federal do RJ.

Da Redação

Já virou uma disputa de cabo de guerra entre o ministro Gilmar Mendes e a Justiça Federal. Isso porque o juiz do STF mandou soltar, novamente, o empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Tr+ansportes de Passageiros do Estado do RJ (Fetranspor), Lélis Teixeira.

Em decisão tomada nesta sexta-feira (18), Mendes derruba as recentes ordens de prisão expedidas pelo juiz Marcelo Brêtas, da Justiça Federal do RJ. O fato abriu uma disputa, isso porque o ministro já havia soltado na quinta (17), pela primeira vez, Barata Filho e Teixeira. Mas nenhum dos dois chegou a sair da prisão, uma vez que Brêtas expediu, de imediato, novas ordens de prisão contra os envolvidos, por outros crimes.

O empresário e o ex-presidente da Fetranspor foram presos no começo de julho na Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava Jato. Ambos são alvo de investigação em um esquema de corrupção no setor de transportes do Rio de Janeiro, com envolvimento de políticos e empresas do estado, que teria movimentado cerca de R$ 260 milhões em propina.

Veja também:  Conversas de Moro na #Vazajato colocam em xeque equidistância da Justiça, diz Marco Aurélio Mello

Para barrar a atuação de Gilmar Mendes no caso, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro já enviou um pedido de impedimento ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O principal argumento que do pedido de suspeição é que a filha de Barata é casada com o sobrinho do ministro – que foi padrinho do casamento. Sendo assim, estabelecem uma relação entre compadres. Mendes, rebate acusação, e explica que: “Casamento não durou nem seis meses”.

*com informações do G1
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

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