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15 de agosto de 2018, 11h50

Contratos de trabalho intermitentes já somam um quarto das vagas

A maioria das vagas se concentra em cargos de baixa especialização

Contrato intermitente. Foto: Agência Brasil
De acordo com dados do ministério do Trabalho, uma em cada quatro ocupações no mercado formal já são de emprego intermitente. Este tipo de contrato foi criado em 2017, com a aprovação da reforma trabalhista. Entre abril e junho deste ano, 642 de 2.469 carreiras com movimentações de contratação e demissão apareceram nos registros do novo regime. Dos 162 mil postos de trabalho criados no país entre abril e junho deste ano, quase dez mil —ou seja, 6% do total— foram de vagas intermitentes. Em junho, quando o total de demissões no mercado formal ultrapassou o de contratações, o saldo de movimentações de intermitentes permaneceu positivo....

De acordo com dados do ministério do Trabalho, uma em cada quatro ocupações no mercado formal já são de emprego intermitente. Este tipo de contrato foi criado em 2017, com a aprovação da reforma trabalhista.

Entre abril e junho deste ano, 642 de 2.469 carreiras com movimentações de contratação e demissão apareceram nos registros do novo regime.

Dos 162 mil postos de trabalho criados no país entre abril e junho deste ano, quase dez mil —ou seja, 6% do total— foram de vagas intermitentes.

Em junho, quando o total de demissões no mercado formal ultrapassou o de contratações, o saldo de movimentações de intermitentes permaneceu positivo.

O contrato intermitente é caracterizado pela ausência de jornadas fixas regulares. O profissional é chamado de acordo com a necessidade do empregador e pode optar por atender ou não a convocação.

Embora se concentrem em cargos de baixa especialização –como vendedores, serventes e vigilantes–, as contratações de intermitentes também têm sido usadas por empresas para funções que exigem maior qualificação.

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