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23 de janeiro de 2018, 10h06

Corretora multinacional reúne clientes para discutir se Lula, mesmo condenado, pode ser candidato

Para tentar responder à questão, a BGC convidou para a conversa o jurista Luiz Fernando Pereira, do Paraná

Para tentar responder à questão, a BGC convidou para a conversa o jurista Luiz Fernando Pereira, do Paraná Da Redação* De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, a BGC, uma das maiores corretoras de valores do mundo, reuniu seus principais clientes nesta segunda (22), em SP, para discutir se Lula, uma vez condenado, poderá disputar a Presidência. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais. Para tentar responder à questão, a BGC convidou para a conversa o jurista Luiz Fernando Pereira, do Paraná. Ele sustenta que o PT poderá inscrever Lula como...

Para tentar responder à questão, a BGC convidou para a conversa o jurista Luiz Fernando Pereira, do Paraná

Da Redação*

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, a BGC, uma das maiores corretoras de valores do mundo, reuniu seus principais clientes nesta segunda (22), em SP, para discutir se Lula, uma vez condenado, poderá disputar a Presidência.

Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais.

Para tentar responder à questão, a BGC convidou para a conversa o jurista Luiz Fernando Pereira, do Paraná. Ele sustenta que o PT poderá inscrever Lula como candidato no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mesmo que o petista seja condenado por unanimidade.

O jurista assinou um parecer, feito a pedido do PT, que alterou a discussão sobre a candidatura de Lula. Publicado pela coluna em outubro, ele dizia que a condenação não tira o petista automaticamente da disputa, o que só poderia ocorrer depois de manifestação do TSE.

*Com informações da coluna de Mônica Bergamo

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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