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25 de fevereiro de 2019, 11h33

Criticado em discurso na cerimônia do Oscar, Trump diz que Spike Lee faz críticas “racistas”

Em seu discurso de vitória, Lee lembrou que a escravidão ainda é algo próximo da realidade e pediu que os eleitores dos EUA se mobilizem em uma campanha contra o ódio

Donald Trump e Spike Lee (Reprodução)
Criticado indiretamente pelo cineasta Spike Lee na cerimônia de entrega do Oscar na noite deste domingo (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump disse que Lee faz “críticas racistas”. “Seria legal se Spike Lee pudesse ler suas anotações, ou melhor ainda, não ter que usar anotações ao fazer sua crítica racista ao presidente, que fez mais pelos afro-americanos (Reforma da Justiça Criminal, Desemprego mais baixo da história, cortes fiscais) do que quase qualquer outro”, divulgou o governo estadunidense, segundo reportagem do portal Uol. Em seu discurso de vitória, Lee lembrou que a escravidão ainda é algo próximo da realidade...

Criticado indiretamente pelo cineasta Spike Lee na cerimônia de entrega do Oscar na noite deste domingo (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump disse que Lee faz “críticas racistas”.

“Seria legal se Spike Lee pudesse ler suas anotações, ou melhor ainda, não ter que usar anotações ao fazer sua crítica racista ao presidente, que fez mais pelos afro-americanos (Reforma da Justiça Criminal, Desemprego mais baixo da história, cortes fiscais) do que quase qualquer outro”, divulgou o governo estadunidense, segundo reportagem do portal Uol.

Em seu discurso de vitória, Lee lembrou que a escravidão ainda é algo próximo da realidade e deu como exemplo a sua avó que cursou faculdade e o ajudou a se formar cineasta, apesar da mãe dela ter sido escrava. No fim de sua fala, o cineasta pediu para os americanos se mobilizarem nas eleições do ano que vem em uma campanha contra o ódio. “Estejamos no lado certo da história. Faça uma escolha moral entre o amor e o ódio”, afirmou Lee.

O filme “Infiltrado na Klan” faz críticas bem diretas a Donald Trump. O filme, inspirado num caso real, narra a história de um policial negro (John David Washington) que consegue se infiltrar nas entranhas da organização racista e nacionalista Ku Klux Klan, nos anos 1970.

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