14 de março de 2019, 15h56

Dallagnol negociou com a Caixa juros do depósito bilionário, por Luis Nassif

Até que a titularidade dos recursos fosse definida, eles seriam remunerados por 100% da taxa Selic, descontados R$ 12.500,00 mensais da taxa de administração

Foto: Agência Brasil
Por Luis Nassif* A Lava Jato do Paraná estava tão certa de que seria a gestora do depósito de R$ 2,5 bilhões da Petrobras, que negociou com a Caixa Econômica Federal (CEF) alternativas de investimento. Em ofício de 25 de janeiro passado, o Diretor Jurídico e o vice-presidente de Fundos de Governo e Loteria respondem à solicitação de Deltan Martinazzo Dallagnol sobre as alternativas de remuneração. Até que a titularidade dos recursos fosse definida, eles seriam remunerados por 100% da taxa Selic, descontados R$ 12.500,00 mensais de taxa de administração. *Luis Nassif é jornalista, idealizador e editor do Jornal GGN,...

Por Luis Nassif*

A Lava Jato do Paraná estava tão certa de que seria a gestora do depósito de R$ 2,5 bilhões da Petrobras, que negociou com a Caixa Econômica Federal (CEF) alternativas de investimento.

Em ofício de 25 de janeiro passado, o Diretor Jurídico e o vice-presidente de Fundos de Governo e Loteria respondem à solicitação de Deltan Martinazzo Dallagnol sobre as alternativas de remuneração.

Até que a titularidade dos recursos fosse definida, eles seriam remunerados por 100% da taxa Selic, descontados R$ 12.500,00 mensais de taxa de administração.

*Luis Nassif é jornalista, idealizador e editor do Jornal GGN, onde esse texto foi publicado originalmente

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