22 de fevereiro de 2019, 16h17

David Miranda, suplente de Jean Wyllys, é ameaçado: ‘viado é mais fácil de matar’

Na semana em que o STF (Supremo Tribunal Federal) discute a criminalização da homofobia, o parlamentar, David Miranda que é gay, pediu à Câmara dos Deputados medidas para reforçar sua segurança

(Foto: Reprodução Instagram)
David Miranda, suplente do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ), que deixou o País após receber ameaças,  denuncia ter sido alvo de perseguições. “Recebi recados na internet de que vou ser a próxima Marielle. O requerimento que a gente protocolou hoje é de uma ameaça dizendo que ‘viado é mais fácil de matar’, chamando a gente de pedófilo”, disse. Na semana em que o STF (Supremo Tribunal Federal) discute a criminalização da homofobia, o parlamentar, que é gay, pediu à Câmara dos Deputados medidas para reforçar sua segurança. Leia também: “Preto, favelado, LGBT”: Conheça David Miranda, substituto de Jean Wyllys na Câmara Em entrevista...

David Miranda, suplente do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ), que deixou o País após receber ameaças,  denuncia ter sido alvo de perseguições. “Recebi recados na internet de que vou ser a próxima Marielle. O requerimento que a gente protocolou hoje é de uma ameaça dizendo que ‘viado é mais fácil de matar’, chamando a gente de pedófilo”, disse.

Na semana em que o STF (Supremo Tribunal Federal) discute a criminalização da homofobia, o parlamentar, que é gay, pediu à Câmara dos Deputados medidas para reforçar sua segurança.

Leia também: “Preto, favelado, LGBT”: Conheça David Miranda, substituto de Jean Wyllys na Câmara

Em entrevista ao site huffpostbrasil, Miranda que foi o primeiro vereador autodeclarado gay na História do Rio, negro e nascido na favela do Jacarezinho, afirmou que aumentou a própria segurança desde a execução da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ), em março de 2018.

Na avaliação do deputado, o STF deveria igualar a homofobia ao crime de racismo. O julgamento no Supremo foi interrompido nesta quinta-feira (21), e o placar até o momento é de 4 votos favoráveis a essa equiparação. Miranda, no entanto, defende uma solução mais ampla: a criação de uma proposta nos moldes da Lei Maria da Penha, para incluir ações de ressocialização e prevenção.

“(R)EXISTIMOS – O deputado fez postagem sobre o assunto em sua conta no Instagram.