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05 de janeiro de 2018, 11h36

Denúncia: Prostitutas que defendem o reconhecimento da profissão são assassinadas em Belém

A revelação é da coordenadora do Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora Soraya Silveira Simões.

A revelação é da coordenadora do Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora Soraya Silveira Simões. Da Redação* Desde o dia 1 de janeiro, ao menos três trabalhadoras sexuais do chamado Quadrilátero do Amor, como é conhecida a antiga zona do meretrício do centro de Belém (PA), foram assassinadas. A denúncia é da coordenadora do Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professora Soraya Silveira Simões. As informações são do blog do Ancelmo Gois, em O Globo. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba...

A revelação é da coordenadora do Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora Soraya Silveira Simões.

Da Redação*

Desde o dia 1 de janeiro, ao menos três trabalhadoras sexuais do chamado Quadrilátero do Amor, como é conhecida a antiga zona do meretrício do centro de Belém (PA), foram assassinadas. A denúncia é da coordenadora do Observatório da Prostituição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professora Soraya Silveira Simões. As informações são do blog do Ancelmo Gois, em O Globo.

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As mulheres eram militantes do movimento pelo reconhecimento da profissão. Em toda a Região Metropolitana de Belém, já passaria de dez o número de assassinatos de prostitutas somente em 2018.

*Com informações do blog do Ancelmo Gois, de O Globo

Foto: Creative Commons

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