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16 de agosto de 2017, 19h29

Depois de Charlottesville (EUA), mensagem neonazista é encontrada em banheiro da UFPR

Charllotesville é aqui: mensagem “Fora cotistas. Poder branco”, de cunho claramente racista e nazi-fascista, é encontrada em parede do banheiro da Faculdade de Medicina da UFPR, menos de uma semana após a manifestação “supremacista” nos Estados Unidos  Por Redação  Para quem acha que a ascensão da ideologia neonazi-fascista está longe do Brasil, se engana. Apesar de inúmeras manifestações desse cunho terem acontecido aqui ao longo dos últimos anos, após o evento de Charlottesville, nos Estados Unidos, muitos acharam que ali havia um contexto diferente do brasileiro. Uma mensagem encontrada no banheiro da Universidade Federal do Paraná (UFPR) nesta terça-feira (15),...

Charllotesville é aqui: mensagem “Fora cotistas. Poder branco”, de cunho claramente racista e nazi-fascista, é encontrada em parede do banheiro da Faculdade de Medicina da UFPR, menos de uma semana após a manifestação “supremacista” nos Estados Unidos 

Por Redação 

Para quem acha que a ascensão da ideologia neonazi-fascista está longe do Brasil, se engana. Apesar de inúmeras manifestações desse cunho terem acontecido aqui ao longo dos últimos anos, após o evento de Charlottesville, nos Estados Unidos, muitos acharam que ali havia um contexto diferente do brasileiro.

Uma mensagem encontrada no banheiro da Universidade Federal do Paraná (UFPR) nesta terça-feira (15), no entanto, prova que este tipo de pensamento está em alta no mundo todo, inclusive aqui.

“Fora cotistas. Poder branco”, estava escrito na parede do banheiro da Faculdade de Medicina da universidade.

O autor da pichação não foi identificado.

Pelas redes sociais, a coordenadora do curso de Medicina se manifestou.

“Esta mensagem desrespeita todos os alunos que ingressaram na Universidade, pois fere os direitos humanos. Saibam que esta Coordenação repudia atitudes como esta”, disse a professora Marta Rehme. “Todos os alunos que ingressaram nesta Universidade advindos de escolas públicas ou particulares, merecem todo o respeito independente de cor, gênero, orientação sexual, crença religiosa ou ideologia política. É bom lembrar que racismo é crime!”, completou a docente.

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