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10 de agosto de 2018, 13h14

Depois do STF, Ministério Público aprova reajusta de 16,38% para procuradores

Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, argumenta que a atuação do MP vai se intensificar nas eleições e que, hoje, problemas como desigualdade social e corrupção exigem maior trabalho da instituição

Foto: Antonio Cruz/ Agencia Brasil
Depois do Supremo Tribunal Federal (STF), agora é a vez dos procuradores da República. O Conselho Superior do Ministério Público Federal aprovou, nesta sexta-feira (10), por unanimidade, a proposta de orçamento, incluindo aumento de 16,38% nos salários da categoria, com base, justamente, no aumento aprovado pelo STF, segundo reportagem de Rosanne D’Agostino, do G1. Na quarta-feira (8), por 7 votos a 4, o STF havia decidido contemplar no orçamento do próximo ano a previsão de aumento salarial de 16,38% para os ministros. As duas propostas de reajustes serão analisadas pelo Congresso Nacional. O salário dos integrantes do STF, hoje, é...

Depois do Supremo Tribunal Federal (STF), agora é a vez dos procuradores da República. O Conselho Superior do Ministério Público Federal aprovou, nesta sexta-feira (10), por unanimidade, a proposta de orçamento, incluindo aumento de 16,38% nos salários da categoria, com base, justamente, no aumento aprovado pelo STF, segundo reportagem de Rosanne D’Agostino, do G1.

Na quarta-feira (8), por 7 votos a 4, o STF havia decidido contemplar no orçamento do próximo ano a previsão de aumento salarial de 16,38% para os ministros. As duas propostas de reajustes serão analisadas pelo Congresso Nacional.

O salário dos integrantes do STF, hoje, é R$ 33,7 mil, o teto do salário do servidor público. Já o vencimento dos procuradores varia entre R$ 28 mil e R$ 33,7 mil, valor recebido somente pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, igual ao dos ministros do Supremo.

“O aumento de despesa no orçamento da União é zero e fizemos uma economia de R$ 5 milhões ao longo dos últimos 11 meses”, disse Dodge. Ela afirmou, ainda, que a atuação do MP vai se intensificar durante as eleições e que, hoje, problemas como desigualdade social e corrupção exigem maior trabalho da instituição.

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