28 de dezembro de 2017, 11h19

Deputado indicado para ministério do Trabalho votou contra impeachment de Dilma

Antes de chegar à sua atual sigla, Fernandes passou pelo PSDB, PSD e PFL. Fez carreira sempre próximo ao ex-presidente José Sarney (PMDB). Foi secretário de Estado na gestão de Roseana Sarney

Antes de chegar à sua atual sigla, Fernandes passou pelo PSDB, PSD e PFL. Fez carreira sempre próximo ao ex-presidente José Sarney (PMDB). Foi secretário de Estado na gestão de Roseana Sarney Da Redação* Sob o pretexto de que vai cuidar de sua candidatura ao senado, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, pediu demissão do cargo nesta quarta-feira (27). A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais. Ronaldo Nogueira entra para a histórica como o ministro que implantou a Reforma Trabalhista. O deputado Jovair...

Antes de chegar à sua atual sigla, Fernandes passou pelo PSDB, PSD e PFL. Fez carreira sempre próximo ao ex-presidente José Sarney (PMDB). Foi secretário de Estado na gestão de Roseana Sarney

Da Redação*

Sob o pretexto de que vai cuidar de sua candidatura ao senado, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, pediu demissão do cargo nesta quarta-feira (27). A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto.

Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais.

Ronaldo Nogueira entra para a histórica como o ministro que implantou a Reforma Trabalhista. O deputado Jovair Arantes (PTB-GO), líder da bancada na Câmara, disse que o partido indicou o nome do deputado federal Pedro Fernandes, do Maranhão, e que a posse já estaria marcada para o dia 4 de janeiro.

Antes de chegar à sua atual sigla, Fernandes passou pelo PSDB, PSD e PFL. Fez carreira sempre próximo ao ex-presidente José Sarney (PMDB). Foi secretário de Estado na gestão de Roseana Sarney.

Na Câmara, Fernandes votou a favor do arquivamento das duas denúncias contra Michel Temer neste ano, a favor da reforma trabalhista e contra a abertura do processo de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff.

O deputado é investigado em um inquérito que tramita desde 2013 no Supremo Tribunal Federal (STF), em segredo de Justiça, para apurar o crime de peculato, sob a suspeita de ter nomeado um funcionário fantasma na Câmara, em 2008.

*Com informações do JC Online

Foto: BILLY BOSS/CÂMARA DOS DEPUTADOS