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23 de março de 2019, 11h29

Desautorizado, Vélez está proibido de nomear assessores

Ministro da Educação, muito desgastado, se equilibra no cargo, embora já exista uma movimentação de bastidores para tirá-lo da pasta

Ricardo Vélez-Rodriguez (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi)l
Depois de muitas polêmicas e confusões, Ricardo Vélez Rodríguez, ministro da Educação, foi desautorizado a nomear integrantes da sua equipe. De acordo com informações de Ligia Formenti, de O Estado de S.Paulo, a ordem partiu do Palácio do Planalto. A medida foi tomada depois que Vélez divulgou dois nomes para a secretaria executiva da pasta. Ambos foram vetados por Jair Bolsonaro. O colombiano, muito desgastado, se equilibra no cargo, embora já exista uma movimentação de bastidores para tirá-lo da pasta. Diante de nova crise, Bolsonaro decidiu assumir a condução do caso, embora isso não represente o desfecho da crise do...

Depois de muitas polêmicas e confusões, Ricardo Vélez Rodríguez, ministro da Educação, foi desautorizado a nomear integrantes da sua equipe. De acordo com informações de Ligia Formenti, de O Estado de S.Paulo, a ordem partiu do Palácio do Planalto.

A medida foi tomada depois que Vélez divulgou dois nomes para a secretaria executiva da pasta. Ambos foram vetados por Jair Bolsonaro.

O colombiano, muito desgastado, se equilibra no cargo, embora já exista uma movimentação de bastidores para tirá-lo da pasta. Diante de nova crise, Bolsonaro decidiu assumir a condução do caso, embora isso não represente o desfecho da crise do MEC.

Mesma igreja

A última trapalhada de Vélez foi sua tentativa de nomear a pastora Iolene Lima como secretária executiva. Ela acabou desconvidada para a vaga nesta sexta-feira (22), depois de sua indicação ter sido vinculada à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, pois ambas frequentam a mesma igreja.

Há rumores indicando que um dos cotados para uma eventual substituição de Vélez é o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que teria o apoio das bancadas católica e evangélica. É o relator do projeto “Escola sem Partido”.

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