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16 de março de 2018, 21h51

Desembargadora do TJ-RJ acusa Marielle de parceria com o Comando Vermelho

Segundo a desembargadora, ela teria sido executada por ter descumprido compromissos com o CV. “Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”, escreveu

Por Jornal GGN A desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Marília Castro Neves, que é ex-procuradora do Estado e que entrou no TJ pelo quinto constitucional, em postagem no Facebook , fez graves acusações contra Marielle Franco. Sem o menor fundamento, ela postou que a vereadora do PSOL havia pertencido ao Comando Vermelho. Marielle foi assassinada na quarta-feira (14). Segundo a desembargadora, que será alvo de ação penal e representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ela teria sido executada por ter descumprido compromissos com o CV. “Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando...

Por Jornal GGN

A desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Marília Castro Neves, que é ex-procuradora do Estado e que entrou no TJ pelo quinto constitucional, em postagem no Facebook , fez graves acusações contra Marielle Franco. Sem o menor fundamento, ela postou que a vereadora do PSOL havia pertencido ao Comando Vermelho. Marielle foi assassinada na quarta-feira (14).

Segundo a desembargadora, que será alvo de ação penal e representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ela teria sido executada por ter descumprido compromissos com o CV. “Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”, escreveu.

Depois da repercussão negativa da postagem, Marilia fechou o conteúdo do seu perfil, mas não a tempo de sua manifestação ser copiada.

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