24 de agosto de 2018, 18h34

Dilma: Nova encruzilhada 64 anos depois da morte de Getúlio Vargas

Ex-presidenta compara a morte de Getúlio Vargas à perseguição feita 64 anos depois a Luiz Inácio Lula da Silva

A ex-presidenta Dilma Rousseff, candidata ao Senado por Minas Gerais, aproveitando a data de 24 de agosto, divulgou um texto em seu site oficial, no qual compara a perseguição política que teve como consequência o suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, com o que está ocorrendo com o ex-presidente Lula.

24 de Agosto. Nova encruzilhada diante de nós

Sessenta e quatro anos depois da morte de Getúlio Vargas, o Brasil está novamente numa encruzilhada. Foi em 24 de agosto de 1954 que Getúlio entrou na história e se estabeleceu definitivamente no coração do povo.

Agora, na passagem dessa data histórica, outro líder popular se encontra perseguido. Lula, um dos mais importantes líderes políticos do planeta está preso. Injustamente. Para vergonha do Brasil.

Encarcerado em Curitiba, Lula permanece vivo no coração da nossa gente, vivo no amor e no apoio do povo brasileiro. Tanto que lidera todas as pesquisas eleitorais.

É como se estivéssemos na mesma encruzilhada que tirou a vida de Getúlio. O país diante de dois caminhos. De um lado, aqueles que querem vender o país e entregar nossas riquezas. De outro, o fio da história de quem busca reconstruir a civilização brasileira.

Estamos na luta com Lula para garantir oportunidades a todos, trilhando pela democracia a recriação de um estado de bem-estar social, que o Golpe de 2016 insiste em destruir.

Não conseguirão impedir que o povo tenha participação dos destinos da Nação nesta eleição de 2018. Nas urnas, em outubro, teremos a oportunidade de restabelecermos as garantias de um futuro melhor para todos, baseado na solidariedade, no trabalho e na justiça social.

Com Lula, por um Brasil Feliz de Novo.